segunda-feira, 29 de agosto de 2011

POEMA TUGA MIX



ANA ISABEL - APRESETADORA DA RADIO MIX
                                             
A BONITA ANA ISABEL

POEMA TUGA MIX
Porque hei-de estar triste?
Do cadeirão estou como na cidade
Na brasileira, na João Pessoa a escutar a Rádio Mix
A cidade mais ocidental das Américas
Onde a amiga Ana Isabel conduz o espaço
A Lua Sempre Cheia, coisa fina
A amiga conduz o programa e é responsável
Por “Despertar da Tarde” de romantismo mina
É por esse diapasão
É essa propensão que a domina
Conduz com gosto e emoção
Tecla ao mesmo comigo, é um gosto!
Cita o nome, não é ilusão
É a falar no Tuga Mix
Deixa-me com o coração em ebulição
Ana Isabel Vasconcelos existe
De um lado, de profissão professora
Conduz o seu espaço no Tuga Mix
Com afinco, como locutora
A cidade capital do distrito do Paraíba, nordestina
Ana Vasconcelos é de todo sedutora
Risonha, jeito de mulher feliz
É amiga desde outrora
De um outrora próximo
Próximo, porque o one, de agora
Ana Isabel é poetisa - Pai Nosso!
Também a faceta usa e nela persiste
Sempre sonha risonha
Tuga Mix

Daniel Costa


http://tugamix.ricalex.eu/

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

POEMA SONHO AMOR PAIXÃO


SONHO AMOR PAIXÃO

A vida é comandada pela ilusão
Deve ser simples para ser sentida
Com o fogo da emocional paixão
Jamais o amor pode deixar de estar presente
Sem se dar ares de sofreguidão
Antes, imperar no sentir
Nada sairá certo sem esse elo de união
Como é bela a trilogia
Sonho, amor e paixão
Paixão em tudo o que projectamos
O sonho na rectidão
Sempre o amor a mente sente
Ele é a mola real que motiva a exactidão
Mostrar obra digna com esmero
Sonho, amor e paixão
Que estejam presentes, façam sobressair
Que mostremos ardor ao amor de então
Lutemos por um mundo melhor
Nem sempre seremos compreendidos
Porém seremos observados em redor
A paixão nos trará amores enternecidos
O sonho conduzirá
A que sejam definidos e sentidos
Nunca será pura ilusão
Lutar dando o melhor, mentalmente, guiados
Por sonho, amor e paixão

Daniel  Costa

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

POEMA UMA MULHER - UMA JÓIA

                                         

                               

UMA MULHER - UMA JÓIA

Quando nasci já não havia tipóias
O seu tempo delas havia passado
O que jamais passaram de prazo foram as jóias
Sempre as mulheres foram flores
As jóias mulheres enfeitam o mundo
Compõem os jardins deste universo, são amores
E assim Vanuza, mulher com jeitos de altivez
Quem faz relações públicas sabe
Ser um instinto de sensatez 
Sensatez que me encanta
Será assim que Vanuza pode esconder timidez
Embora seja uma mulher interessante e sensual
Diz o que oberva e pensa
É grande amiga e um ser de mulher leal
Vanuza é mulher de família
Com grande sentimento espiritual
Sabe expôr sentimentos que tem na alma
Retêm-os e expõem-os como um ritual
A facilidade com que o faz
É simples, com fará um intectual
Inquestionavemente adoro essa mulher
De seu nome Vanuza, pouco vulgar
Que sabe estar, ser mulher sedutora
Sem deixar de saber andar no seu lugar
Vanuza é jóia colorida de vários matizes detentora
É como um diamante, pedra de safira
Deus a bendiga, jóia de rubi
É mulher interessante, musa que inspira
Vanuza uma mulher atraente, cuja amizade me sorri

Daniel Costa
MARA ABRANTES:

Uma grande artista carioca, que por certo  a minha grande e querida amiga Vanuza desconhecia.
Em jeito de regalo, é assim: depois de aos 16 anos ter ganho um concurso  na TV TUPI, "A HORA DOS CALOIROS", começou por actuar na "CANTINA DO CESAR",  do radiaslista César de Alencar. Actuou tasmbém no "ESTÚDIO DO TEO", onde conheceu  Tom Jobim. Daí foi para Rádio Nacional do Rio de Janeiro, levada pelo maestro Napoleão Tavares.
Na década de cincoenta, actou em várias rádios cariocas.
Em 1958 veio para Portugal actuar por três meses. Porém nunca mais regressou, fazendo neste país a sua brilhante carreira,
Creio ter sido a sua última canção, aliás de sucesso, a de que deixo link:
Que tal o Brasileirão querida Vanuza?

D. C.




sexta-feira, 19 de agosto de 2011

POEMA ANÁTEMA


POEMA ANÁTEMA

Parto a escrever um poema
Bastantes ideias me passam pela mente
Seleccionei anátema como tema
Nunca imagino facilidades, nada me desmente
Anátema, pois, não tem olor de alfazema
Porém a vida ainda que de luta insana
Será metafísica ou física?
O anátema será de ordem desumana
Quando apenas se procura dar asas à mente
Se é perspicaz, realiza e faz
De imediato o anátema se sente
A explicação pode ser esta
O mundo apenas deseja baixos alinhamentos
Não deseja sonhos
De quem possa imaginar um mundo de inventos
Deita mão do anátema, convenção
Para amesquinhar a humanidade com tormentos
O anátema será para quem tiver forte coração
Tonificante e estimulante em todos os momentos
Podendo ser sentido como um estímulo
Para realizar e amar, dar asas a talentos
O mundo, como devia ser o de todas as religiões
Seria o de estimular
Humanos talentos e vocações
Para que nunca se viva de anátemas
Jamais se vivam amargas ilusões
O mundo clama, medita e necessita
Do progresso de humana bondade
Que acabe a cobardia!... É nisso que medita e acredita
Com perseverança lutemos
Para que acabem anátemas um dia

Daniel Costa


terça-feira, 16 de agosto de 2011

POEMA SELMA




POEMA SELMA


Serei muito brasileirão
Do Brasil, de Criciúma, recebi convite para um chá
Tenho no teclado, o meu foguetão
Fui e ainda deu para dar um saltinho
À vizinha cidade de Santa Catarina com emoção
Emoção foi estar com Maria Selma
A conversar com uma mulher de sedução
Mulher bonita como uma flor
Bonita a parecer florido o seu coração
Selma confessa-se mística e espiritualista
Não deixa de ter a sua razão
Mulher ecuménica, cuja qualidade é presente
Adora também todo o mundo então
Tudo isto, mais o misticismo
Que parece querer esconder com no seu blusão
Com a sua figura elegante
A sua graça e garridice fazem um vistão
Maria Selma, recebe bem poetas e escritores
Convida-os a um chá e premeia-os, não é uma ilusão
Não será gulodice, mas aprecia conhecer
Conhecer receitas de doces, para os ter à mão
E com eles presentear os seus convidados
Com muita convicção
E também tem prémios
Para as boas confeccionadoras
A Selma mostra assim
A sensibilidade de que é senhora
Foi um prazer, Maria Selma
És a todos os títulos, sedutora
Daniel Costa



sábado, 13 de agosto de 2011

POEMA SUBLIMAÇÃO


SUBLIMAÇÃO

Um bonito luar de Verão
À beira mar com o cheiro da maresia
Será comparável à sublimação
O mundo tem obras onde ela existe
O homem deve persegui-la com animação
É um dever, andar sempre em procura
De torná-lo belo com conceitos de união
Numa luta permanente e tenaz
Tentar sempre lutar pela sublimação
Partindo de um símbolo de amor
Pensarmos que só dispomos de uma geração
Lutemos insistentemente com ardor
Vivendo e amando
Construindo tudo com amor
Ao abrigo da insensatez
Procurar a mola real com pundonor
Que a nossa conduta marque a sensatez
Para que o mundo da nossa geração
Deixe para a seguinte
Exemplos de conduta em comunhão
Que não se entregue mais à desordem social
Não prossiga promovendo essa sensação
O mundo necessita, é de amor
De amor e união
Deixemos o exemplo
Procuremos a sublimação
Que os vindouros
Sonhem com um mundo de amor e paixão
Com e por todos os meios
Procurem sempre a sublimação

Daniel Costa


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

POEMA A FORÇA DO QUERER


A FORÇA DO QUERER

“A terra onde fores ter
Faz como vires fazer”
O aforismo tem razão
Tem razão de ser, como o poeta pode dizer
Conheço quem no campo trabalhou
Com sapatos cor da pele e muito fazer
Da cor da pele até dezassete anos
Novos… sapatos veio adquiriu por muito querer
Sem um queixume ou azedume
Sempre o sonho, a curiosidade o querer saber
O movimentaram
Tempo anos, em vários ramos trabalhou
O que os seus sonhos, sentidos, um dia o fascinaram
A partir da terra nos pés, a escritor chegou
Querer, curiosidade e sonho resultaram
Certa dose de ingénua loucura avançou
Tornar fácil e agradável encarar a vida
Ter pensamentos positivos e suaves
Será procurar mares mansos
Onde se mantenham as nossas naves
Ventos, suaves para se poder alcançar novas galáxias
Outras galáxias sem entraves
Dizer um dia… ao fadário do berço pude fugir
Fui além de todas as previsões
Saltei muitas barreiras sem sentir
Valeu a curiosidade, o sonho
A força do querer, a fé no porvir

Daniel costa


sábado, 6 de agosto de 2011

POEMA A MISSÃO DO HOMEM


A MISSÃO DO HOMEM

Contribuir para um feliz mundo
Terá sido desígnio de Deus
De paixão de amor fecundo
O homem terá essa obrigação
De semear à sua volta felicidade
O modo de deixar como exemplo
O amor, a paixão da simplicidade
Para que a todo o tempo
Acabe a soez maldade
Construindo um mundo de exemplo
De amor, paixão universal e afabilidade
Onde se ame sem pecado
Sorridente em qualquer idade
Se possa estar num Éden de gloriosa paixão
Deus deu ao homem essa faculdade
Amemos o mundo, para isso fomos designados então
Nunca esquecer
Podemos também amar de paixão
Jamais perder
A felicidade, o amor de união
Procurar viver de e para a verdade
Será a nossa missão
Contribuir com a nossa pequenez
Para que o mundo seja infinitamente bonito
Abominemos laivos de mesquinhez
Abominemos tudo no mundo
Que nos pareça insensatez
Tentativas de amesquinhar
A eterna felicidade de vez
Sejamos guardiões
Para que o amor e a felicidade seja perene
Sejam esses os nossos guiões
O homem tem por missão
Ser guia de felicidade
De felicidade e amor de paixão, quiçá de união

Daniel Costa


terça-feira, 2 de agosto de 2011

POEMA ESFINGE

                                                 

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POEMA ESFINGE

Embarquei no comboio da fantasia
Como se procurasse algo esfíngico
A verdadeira esfinge me surgiu um dia
Esfinge que a antiga mitologia adoptou
Na Mesopotâmia e no Egipto
Que esse mundo antigo guardou
O mistério solucionou Édipo
E a Esfinge, lançando-se num abismo se suicidou
Talvez uma lenda, de civilizações antigas
Que a cultura do mundo guardou
Como a de Olisipo, a Lisboa de hoje
Depois da saga de Tróia, num reino desconhecido entrou
Ulisses aportou ao Taghi, o já lindo Tejo de hoje
Um reino que uma mulher linda governou
Uma mulher metade serpente assessorada por cobras
Muitos pretendentes sufocar mandou
Ao chegar o esbelto Ulisses
Por ele deveras de apaixonou
Prometeu, em sua honra, fundar a cidade mais bonita do mundo
A Ulisseia decretou!...
Este sabendo das muitas tramas
Prometeu paixão, porém, com os seus homens descansou e zarpou
A rainha estava mesmo apaixonada foi atrás
Jamais o apanhou, desesperada, com seus braços sete colinas formou
Depois a Ulisseia, passando por Olisipo
Vários nomes, consoante as civilizações, por quem a governou
Já não foram lendas
A Lisboa de hoje, à fé de quem sou
Mas as mulheres esfíngicas
Continuam a existir, tentado adivinha-las, eu vou
Depois de mostrar esta linda Lisboa
Alguma haverá eu levarei ao fado, quem em mim confiou
Numa das colinas, decifrar confesso a Deus
Direi depois, de ouvir o sentimental fado, que a cidade edificou
Que persistam as bonitas lendas
Direi… o paganismo acabou!...

Daniel Costa