quinta-feira, 29 de setembro de 2011

POEMA TIMIDEZ

                                      

POEMA TIMIDEZ

Era uma vez
Começavam assim as histórias
Sempre houve timidez
Aquelas ainda estão nas memórias
Será sensatez?
De quem soube imaginar e realizar?
Será instinto, a timidez?
Será instinto de grandes pensadores?
Singularidades de admirar e acatar de vez?
Sagacidades privilegiadas… senhores!
De sana sensatez
Quase sempre mal amadas
Daí a timidez
Mal amadas porque sabem pensar
Enquanto muitos nem fingir sabem
Como podem? Cada sucesso amar!
A maioria, talvez sem o sentir
Desejam ser líderes sem saber valsar
Oh mundo! Podes ter pena desta gente pequena
Que não sabe apreciar
Os que pensam e realizam
Que encontram na timidez o meio de se refugiar
Terão tido também educação espartana
Continuando sempre a realizar
Não vá a irmã morte
Quando chegar, também se ufanar
Fiquemos cientes! A timidez revela faculdades
Na lapela não de podem mostrar
Podem iluminar, ser sentidas
Por quem sabe sentir a verdade
Encontrando timidez
De frontalidade e humildade
Oh! Timidez, que bem podes esconder felicidade e altivez
Pressupões a procura da verdade
Ainda que nos feitos menores… feitos reais
A fazer avançar a humanidade

Daniel Costa


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

POEMA PIAUÍ


Uma vista da cidade de Marcolândia (Internet)

Ma Socorro
POEMA PIAUÍ



Incendeia as veias em rios místicos
Belo e inocente olhar queima-me a mente

Este ser inédito me tenta e atormenta
A alma para a esfíngica figura desvendar

Como brasa de paixão… coloquei em sua mão

Avassalou-me o fogo da ilusão

Místico mistério… adorna o olhar
O sorriso inebriante alucina… Quero amar!

Que terna loucura, será a procura do meu siso?
Fixa em mim, na minha alma, o teu bonito olhar!

Os raios fulminantes crava
Seduz-me
Desnuda em paixão quando olho a tua fotografia

Tens o meu amor… excelsa Maria
Quando em meus pensamentos te desnudo
A paixão acorda-me o bater do coração

Quando floresce o nascer do dia
Na cidade de Marcolândia, Piauí
A flor rejuvenesce, acendendo a paixão
Num sorriso de amor e simpatia

Ma Socorro / Daniel Costa
NOTA:


Ma Socorro, poetisa da cidade de Marcolândia, do Distrito Federal do Piauí, é coo-autora do blog  POEMAS DA LUSOFONIA PORTUGAL - BRASIL   http://encontroslusobrasileiros.blogspot.com/  . Como já o fora do blog, ENCONTROS LUSO - BRASILEIROS DE POESIA, este já a ser editado em  Lisboa.
D. C.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

POEMA PITADA DE LOUCURA




PITADA DE LOUCURA
Mundo ternura
Mundo de amar
Pitada de loucura
Deslumbre de alma
Mundo de doçura
Doçura que acalma
Mundo de ternura
Mundo de paixão
Pitada de loucura
Prazer de viver de amor
Sem pensamentos de luxúria
Amor, amor, amor
Amor no âmago da ternura
Amor sem sofreguidão
Pitada de amor
Amor de paixão
Alma de amor profundo
Alma de amor de união
Alma de amor pelo mundo
Que se acabe a confusão
Pitada de loucura
Devemos lutar
Afim de acabar a amargura
Procuremos amar
Neste vale de loucura
Ficar apenas uma pitada no olhar
Pitada de loucura
A necessária, a que importa
Para comportar ternura
Suster a humana paixão
Pitada de loucura

Daniel Costa



terça-feira, 20 de setembro de 2011

POEMA MARILENE




POEMA MARILENE

Cidade bela e boa
Para viver uma das melhores do mundo
Populosa, mais do dobro de Lisboa
É Belo Horizonte
Por lá podemos ver a elegante Marilene
Na capital de Estado de Minas Gerais
Onde aquela flor freme
A um tempo firme e sensual
Bela prosa e poesia escreve
Marilene sabe ser simples amiga e actual
<br/><a href="http://oi52.tinypic.com/opbbpd.jpg" target="_blank">View Raw Image</a>
Na cidade rodeada e enleada
Pela Serra do Curral
No hemisfério sul, brilhante e azul
Marilene pode advogar e usar toga, será usual
Se segue outra via
A argúcia a distingue nessa cidade jardim
Foto: Marilene (Belo Horizonte))

Como mulher encantadora
Como a sua cidade bela, ela é assim
Uma das belas flores
Das flores daquele jardim
A Marilene encanta o seu mundo
Como o seu encanto caiu em mim
Ter a sua amizade, é encanto profundo
É viver encantado
Os encantos de Marilene
São como de outra galáxia, de outro lado do mundo
A capricorniana, da cidade linda e solene
Do místico Distrito Federal de Minas Gerais, do Brasil
Como são também místicos os encantos de Marilene!

Daniel Costa


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

POEMA CABO FRIO


CABO FRIO

A cerca de duzentos quilómetros do Rio
Do Rio de Janeiro, da Cidade Maravilhosa
Ali está altaneiro, o Município de Cabo Frio
Uma beleza a atrair humanos
As estradas que ali convergem, são um corrupio
A atracção vem de há cerca de seis mil anos
A ARTROP - Academia das Artes de Cabo Frio
Ma Socorro entronizou

<br/><a href="http://oi55.tinypic.com/2hmdbew.jpg" target="_blank">View Raw Image</a>

A poetisa da cidade de Marcolândia, Piauí
Por honra ao mérito, Com o grau Académico ficou
Não ficou insensível, não era para menos
Ma Socorro, mulher aguerrida, mereceu e adorou
Mulher interessante
Naturalmente se emocionou
Tranquilidade de alma, com mente irrequieta
Quem gosta dela, também gostou


Leccionando, em vários domínios, alma de poetisa
A receber a honra, vinda da sua longínqua cidade, para ali viajou
Soube das várias Academias ali existentes
Vários dias naquela Região de Lagos passou, tudo amou
Ma Socorro, no seu romantismo
Mulher de pensamento esfíngico é sedutora
Ainda que possa exibir diploma do seu academismo
De medalha que é detentora
Ser seu amigo, jamais será lirismo
Gosta-se de grande amiga e senhora
Ma Socorro
Mulher sonhadora

Daniel Costa

Ma Socorro é óptima poetisa, já tem o poema, depois escreverá o dela, baseado no tema. Serão ambos postados a duo, em POEMAS LUSOFONIA PORTUGAL - BRASIL. Agora está o "POEMA JOÃO PESSOA" e a Sarinha.
Acrescento que a poetisa já editou três livros e está em várias antologias.
D. C.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

POEMA PAIXÕES INSENSATAS


PAIXÕES INSENSATAS

Como que em serenata
Devemos amar o mundo, a sociedade
Jamais sentir paixões insensatas
Poderá haver razões de sensatez
Temos de saber que a paixão é veneno que mata
Podemos equacionar interesses comuns de vez
Amizades que se criam e se sentem
Apenas amizades perenes, talvez
Paixões podem ser sentimentos que iludem e mentem
Em virtude das correspondências serem ténues
Vozes nunca certas, nem que se apresentem
Amar todo o mundo
É amizade, é dar-se de com fé, fica assente
A amizade especial é muito natural
Interesses mentais, normais
Quiçá desenvolvimentista e intelectual
Amizades verdadeiras
São como pérolas
Perduram vidas inteiras
As paixões podem ser insensatez
Podem pôr em risco amizades bonitas
Devemos de tornar permanente
Que sempre sejam sentidas
Ter amizades, verdadeiramente
Poderão ser mesmo platónicas por toda a vida
Para muitos, outra insensatez
Mas amizade sentida

Daniel costa

sábado, 10 de setembro de 2011

POEMA JOÃO PESSOA







JOÃO PESSOA

 Das cidades mais verdes não é à toa
Os encantos da Sarinha
Estão na cidade de João Pessoa
Ali tem tudo, até se pode tomar uma caipinha
Depois de se deliciar no azul do seu mar
Outros prazeres vai acariciar como uma rainha,
Fazendo lembrar um poema de Brel
De feliz e reluzente contentamento, Sarinha
Porque recusaria pagens de tocha acesa
Na cidade onde o sol das Américas se manifesta em primazia
João Pessoa bem podia reconhecer Sarinha como Princesa
Lá nas PORTAS DO SOL, da nordestina Paraíba
João Pessoa é a cidade encanto
Frequentemente, Sarinha com o seu séquito, ali arriba
João Pessoa teve conquistadores
Que mudaram algumas vezes o seu nome
deixando-a ferida
Que se diga: a designação de João Pessoa
É uma homenagem devida
Ao político de Paraíba assassinado
E comunidade ficou ressentida
João Pessoa fazendo parte do nordeste
A Sarinha, por uns dias vive o seu folclore, a sua vida
A sua limpeza
A limpeza e ordem decidida
Pelo que vislumbro, pelo que procuro saber
Amo a cidade que Sarinha como cicerone que o diga
Vive-a com a alma
De erudita prosadora e poetisa
Mulher bela sensual e prosaica
Sarinha o seu espírito de bondade ali enfatiza


Daniel Costa


http://www.youtube.com/watch?v=SmSLz1eEXkw&feature=related

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

POEMA O BRILHO DA ESTRELA



O BRILHO DA ESTRELA

Ofusca o brilhar da estrela
A bonita noite de luar
Desejo sempre senti-la e vê-la
A piscar e a brilhar
Num brilho reluzente
Que apenas o deus Rá ofuscará
Há que esperar que entre no ocaso o crescente
O coração a vê-la brilhar também brilhará
O olhar sente e jamais mente
Assim a angélica estrela no coração reinará
Minha estrela reluzente
Tu és a força de todo o meu querer
Um querer que o meu peito sente
Há sempre uma estrela na vida
Na sua galáxia
Completa e definida
A estrela que nos guia
Para que a vivamos sentida
A fazer brilhar o nosso sentimento
Como um bonito luar
Que se sente a todo o momento
Estrela da vida
No coração brilhas com portento
Estrela definida
Vem aumentar-me o alento
A ilumina a minha vida
Nunca deixes de brilhar
És a única que enxergo nos céus
É como se te visse num altar
Tens um brilho de ternura
Terna e segura sem par
Estrela de brilhante doçura


Daniel Costa
Abrir o link abaixo, oiça uma bonita canção, tomando nota da antologia ENCONTROS POESIA DUETOS (foto no lado direito), que Ma Socorro editou e dirigiu. Tem as fotografias dos autores participantes, entre as quais, a minha que ali tenho três poemas
http://www.youtube.com/watch?v=rtR3tvJjlHo

MA SOCORRO


domingo, 4 de setembro de 2011

POEMA DUAS PALAVRAS


DUAS PALAVRAS

Te amo mundo
Jamais deveriam ser palavras vãs
Serás eterno e profundo
Te amo, são as minhas palavras sãs
Amar todo o mundo, na sua diversidade
É um dever, te amo
Te amo, com equidade
Te amo de paixão
Te amo meu anjo
Digo com convicção
Te amo
Palavras de tradição
Te amo, palavras bonitas
Te amo, como uma humana oração
Te amo de verdade
Te amo com emoção
Te amo
Te amo do mais fundo do coração
Te amo com volúpia
Te amo com profunda comoção
Te amo amor
Vamos construir nosso ninho de paixão
Viver um sonho
Te amo com o pensamento de entronização
Amar não é pecado
Será crer em Deus, nosso irmão
Devemos dizer com frequência ao ser amado
Palavras de um espírito são
Te amo a ti
Que sempre poderás
Encontrar firmeza em mim
Te amo
Aceita-me, sou assim
Te amo
O amor não é ruim
Te amo
Unidos, vamos dar graças ao Senhor do Bonfim
Te amo
Amar uma alma, um ser, é um fim
Te amo!...

Daniel Costa


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

POEMA ÁFRICA


                                  

                                             

                                            

POEMA ÁFRICA

No nosso mundo há muita coisa fantástica
Não o vejamos apenas como mau e cruel
Olhemos as belezas de África
Um continente onde também há sabor a fel
Uma jóia de África é a Ilha de Moçambique
Que deu nome a um país, por onde terá passado mel
Falo da Lucinda essa mulher linda
Linda que brilha como o luar
Sensual e bela sempre e ainda
Capaz de fazer frente ao brilho do sol a incidir no mar
Olhar a beleza dessa mulher
É exercício, pensem o quiserem, é de pasmar
O poeta, o poeta do amor platónico
Ter a Lucinda como amiga é de encantar
Que mulher aquela!
Como sabe, estar sempre presente e actuar
Dizer o que pensa, assim como o azul dos seus olhos
Reluzentes, incandescentes com brilho no olhar
Lucinda é uma jóia de grande quilate
Uma pérola, uma safira a brilhar
Pode haver quem, ao ler isto ache um dislate
Toda a mulher pode ser bela
Interiormente uma flor
Sentir o amor do mundo como ela
A beleza está na natureza interior, onde há lugar ao amor
A um amor profundo, como o que inspira Lucinda
Lucinda apresenta a sua graça, sua garridice exterior
Aquela mulher é, excitante
Lucinda, é como o luar, mais como um sol
Como um luar de amor, um sol de África, brilhante
Aprecio olhar de Lucinda e o seu brilho, de bonita flor
O seu brilho, faiscante

Daniel Costa