segunda-feira, 30 de julho de 2012

POEMA HARMONIA


HARMONIA

A sonhar vivia
Quando o meu anjo me visitou
Dizendo: doravante viverás em harmonia
Soltei um suspiro, um ai, serei sempre como sou
Nesse momento me transformaria
Estava numa galáxia, que me diferenciou
Numa grande viagem de espírito evoluía
Montado num atraente Pégaso, que numa praia estacou
A praia era serena, uma mulher posando via
Posava uma mulher de outro mundo e me emocionou
Que harmonia!...
O Pégaso também a transportou
O mítico cavalo alado continuou, voava e corria
Ela a mim ternamente, se segurou
Doçura e amor, o respirar da mulher de sonho me confundia
Oh!... Mundo de espiritismo, de quem a vida sempre amou!
Harmonia
A mulher, o amor e o anjo que me adoptou
Sempre viver assim queria
Sem saber como, o sonho terminou
Na alma o espírito da mulher vivia
Ficou a lição, que me animou
A lutar pelo que queria
A visão da serenidade daquela praia me influenciou
A não mais esquecer a mulher, que amor me traria
O seu espírito, o coração de amor me fantasiou
Amor, paz e harmonia!...

Daniel Costa
Foto: gentimente cedida por Severa Cabral escritora


quinta-feira, 26 de julho de 2012

POEMA SOLADO BRASILEIRO


 
  
SOLADO BRASILEIRO

Não se destinavam ao Rio de Janeiro
O sítio da cidade maravilhosa já existia
Solado brasileiro
A colonização se construía
Em retrocesso de pioneiro
 Num sonho que, no tempo retrocedia
Estava o poeta naquele luzeiro
Quando o anjo da guarda em vigia
Solado não havia, primeiro
O amor o conduziria
  A um resplandecente outeiro
Ainda o sonho vivia
 Já via enamorado o actual Rio de Janeiro
Por amores a uma bonita dama, sofria
Por ela percorreria o mundo inteiro
Porém não podia
Ainda que com solado brasileiro
Num esfregar de olhos, o sonho se desfazia
Aquele sonho, que lhe pareceu pioneiro
Como se vivesse algures noutra galáxia não ruía
O solado brasileiro,
O amor à dama para todo o sempre ficaria
O Senhor do Corcovado, naquele outeiro
Um dia voltar a avistar, a si prometia
Em virtude do solado brasileiro
O amor à dama não feneceria
Com solado brasileiro,
A dama a sua mão lhe concederia!

Daniel Costa

Fotos: gentimente cedidas por Severa Cabral escritora



terça-feira, 24 de julho de 2012

POEMA AMOR VIVIDO


 
AMOR VIVIDO

Há amor dividido
O amor pela humanidade
Porém temos o amor de perto vivido
Amor de verdade
Com bonito e íntimo sentido
Amor de apelo diferente
Poderá ser diferido
Cogitava no meu sonho remanescente
Eis que o meu anjo me pegou compungido
Fez-me voar em sentido diferente
 Noutro sentido
De repente noutra galáxia reluzente
Amor vivido
Voava num bonito cavalo alado, diferente
Voava entre nuvens e estrelas, senti um vagido
Uma estrela brilhava, parecia contente
A cintilar de amor convidativo
Seria mais a oriente
Parecia preconizar amor a sós, unido
Sonho diferente
Sem nada dizer, conduziu-me nesse sentido
Senti que estava a sós com a minha amada de sempre
Oh... que hino vivido!...
O encantamento acabou de repente
A viagem fazia sentido
Acabou num sonho com uma bonita estrela reluzente
Com uma grande comoção em grunhido
Amor… amor… amor sentido

Daniel Costa
Foto gentilmente, cedida por Severa Cabral escritora



sábado, 21 de julho de 2012

POEMA AMOR À BEIRA DO ABISMO



 

AMOR À BEIRA DO ABISMO

Não sonhei com o xintoísmo
No sonho via-me e intuía
Amor à beira do abismo
Os sonhos podem iludir,
Iludir de fascinação e lirismo
No meu mundo dos sonhos aconteceu
Num repente, desapareceu o abismo
Apareceu-me uma linda amazona
Pareceu realismo
O meu coração, descompassado bateu
Oh! Mundo de sonho e de idealismo!
Ao mesmo tempo um anjo,
Uma mulher, envolta numa flor, que altruísmo!
Me alou, me elevou à galáxia sereneia
Sempre fiéis conduziam-me ao país olianismo
Já se vê, os mesmos corcéis!
Estacaram num espaço verde, com altruísmo
A mesma amazona, ali evoluía
O amor voltou a fervilhar com todo o sentimentalismo
A mesma flor, num sinal de amor
Pareceu acenar, como que a questionar: agora onde vês o abismo?
Se te apraz, volta ao teu sonho
Fica a amar a linda a amazona, sem lirismo
Repara, no verde e na flor
Os deuses, te premiaram com um amor, a tua fé no realismo
Amar sempre, é vertente!
É missão de amor sem fanatismo

Daniel Costa












quarta-feira, 18 de julho de 2012

POEMA ESTRANHA LOUCURA

 

 

ESTRANHA LOUCURA

Quem vive no amor, na brandura
Por vezes, os deuses
Concedem estranha loucura
No meu mundo dos sonhos
Um anjo parece já velar com ternura
Num sonho, vislumbrava o firmamento
Estranha loucura
Se apossara de mim naquele momento
O anjo se apresentou com sua doçura
Fez-me elevar ao éter
 Num ápice, voava numa galera, pareceu cor de verdura
Dois póneis galhardos e luzidios
Voando na galáxia a conduziam com bravura
A certa altura, o que parecia um sabiá
Assobiou para chamar a atenção para uma cena
Como já vira numa sessão,
Os póneis, parecendo, sem comandos estacaram então
Uma bonita gaiata, dava vida à verbena
Apreciar foi meu condão
Foi sonho colorido, como em tela de cinema
Não mais a esquecerei
Jamais olvidarei a cena
Para sempre amarei a gaiata
Estranha loucura
Abruptamente o sonho findou
Numa doce gosto, uma cura
O amor que enobrece germinou
Estranha loucura!...

Daniel Costa



domingo, 15 de julho de 2012

POEMA VERDADES



 

VERDADES

Sem sombras de vaidades
Amo uma vida de paixão
Adoro o amor construído de verdades
Concretamente, direi: sempre vivi apaixonado
Vivo de amor e amizades
O positivismo dedicado à vida
Despertou os deuses das verdades
Elevaram-me a uma segunda encarnação
Porque detestei sempre climas de malvadez
Um anjo me apareceu em sonhos
Fez-me voar ao infinito, onde os amores são de todas as idades
Num repente lá estava eu deslizando entre nuvens
Avistava amores de verdades
Com breves passagens no vácuo
Onde avistava flores de fertilidades
Mundos sem clamores de dores
Jardins de afinidades
Voavam os corcéis, sempre fiéis
Desceram no país tonalidades
Para ver amores íntegros e integrais
Apenas verdades
Sombras jamais
Salutares amores e amizades
Que privilégio, meu amor!
Para depois acordar a sentir os desejosos de trair verdades
Se me é permitido, o que os meus sentidos viram
Inconscientes talvez, foram amores e verdades
Devemos lutar para que em toda a terra, amores,
Só apenas de verdadeiras lealdades
Pugnemos, os fiéis, demos exemplos
Por amores e verdades

Daniel Costa

sexta-feira, 13 de julho de 2012

POEMA TANTO TEMPO



 

TANTO TEMPO

Sonho ou evento?
Exemplo de forma de vida, talvez
Tanto tempo
Se sente de forma indefinida
A imaginação em delírio de espavento
Acto de sonhar, como se tivesse a realizar?
Num repente eu era elemento
Como um ser alado,
Voando entre nuvens e no tempo
Assim me movia em galáxia diferente
Olhando via harmonia e não tormento
Sempre alado, acordado parecia:
Tanto tempo!
Regressei, deveras acordado, que vi?
Extrema corrupção em monumento
Grande despautério
Tinha-se passado tanto tempo.
 A parecerem, anos-.luz,
Um momento!...
Os pobres a pagarem,
A sustentarem os ricos, com sua suas vidas de tormento
A pagarem para que se fizesse justiça
Com tanto tempo?
Para quem tão mal faz,
Quem só para o mal tem certa espécie de talento
No planeta terra, instalou-se o caos,
No preceito de quem pode viver num meio fraudulento
A burocracia da justiça aconteceu um dia!
Para a eternidade, por todo o tempo?

Daniel Costa
















terça-feira, 10 de julho de 2012

POEMA AMOR INDIFERENCIADO



AMOR INDIFERENCIADO

Basta ser amor alado
Infinitamente distante:
 Eis amor indiferenciado
Numa diferente galáxia
Com uma luneta poderia ser revelado,
Num dos sonhos,
Parecia acordado
Um anjo me fez voar até ao infinito
Na galáxia sereneia, no planeta ramuado
Cavalgando um pónei.
Pónei cheio de genica e alado
Depressa voando
Ao jardim dos amores, soou a namorado!
Sem me dar conta, reparei
Vivia, consumava, um amor sem pecado
O sonho persistia!
Amor indiferenciado!...
Era noutra galáxia
Também devia ser neste globo amado
Este planeta
Conter somente amor e não pecado
Continuava a sonhar
Em estado de letargia, como que acordado
Reapareceu o pónei
Sempre alado
Veio tirar-me do torpor
Do sonho do amor indiferenciado
Fez-me zarpar
Contar a história no mundo do outro lado

Daniel Costa












domingo, 8 de julho de 2012

POEMA LAMBUZAR

                

LAMBUZAR

Continuando a voar
Os deuses concederam-me
O condão de viajar no país Xalavar
Ainda e sempre corcéis me transportavam
Miríades de coloridas borboletas, a lambuzar
Por campos, muitos campos de flores
As borboletas no seu bichanar, pareciam amar
Os corcéis sempre alinhados
No aerbergue com que adregavam voar
Nele o poeta com esse condão
Sem ser notado
Por entre nuvens avistava mais jardins,
Mais jardins, mais borboletas a lambuzar
Continuava o seu périplo pela galáxia Sereneia
Noite de luz, não de luar.
Do planeta secundário
O seu som soava a domar
As flores nos, muitos jardins continuavam
Todo aquele universo, convidava a amar
As borboletas -  no seu vai e vem
Num incessante lambuzar.
O tempo que os deuses me concederam
Estava a terminar
Voava e voltava firme à terra
À terra dos infiéis voltar
Onde são raros o cavalos de raça
Menos, as borboletas a lambuzar
Muitos lambões, há
Faz falta amor, sem nunca acabar

Daniel Costa








quarta-feira, 4 de julho de 2012

POEMA VALE DO ALÍVIO



VALE DO ALÍVIO

Escutei um silvo
Não sonhei!
Eslava num dos vales do Alivio
Não viajava num planeta telúrico
Mas no País Alivio
Voava num veículo
Com a particularidade de voar e ser anfíbio
Atrelado a um par de corcéis
Sempre o soar Alivio
De outra órbita planetária
Onde amor soa a amarildo
Galáxia Sereneia
Na passagem do vale, trombetas em uníssono silvo
Avistando-se bonitos jardins de verdura e flores
Verdura frondosa de horto
Presentes amores
 Sonhos, de inaudito gosto
Cultura de insondáveis e agradáveis olores
Os corcéis continuavam a voar no posto
Por entre nuvens, sobre plumas e flores
Soavam trombetas
Anunciando rotas de amores
Entre inúmeras facetas
Belos sonhos e vigores
Demonstravam os céus, os édens
Jardins de encantos, floridos
Vamos construir no planeta Terra
Com verdade, a réplica do Alívio?
Fora a maldade,
Brademos: Alívio!...
Voemos e nos esforcemos;
- Governantes e governados, esforcemo-nos nesse sentido
Voemos nos caminhos,
Nos trilhos do Alívio

Daniel Costa






domingo, 1 de julho de 2012

POEMA AMOR DIFERENTE


  

AMOR DIFERENTE

O nosso século é vertente
Vivemos uma nova era
Amor diferente!
Muitas civilizações, muita espera
Com a globalização, mudanças no mundo se sente
Também o coração se esmera,
Almas de desejo ardente
Tempo perdido se recupera
Amor diferente
Almas de amor em toda a esfera
Na esfera de um mundo reluzente
Amar e ser amado quisera
Implantar no mundo respeito diferente
Haverá sempre uma galáxia que espera
Implantemos um amor de beleza que se sente
Um mundo de amor que lidera
Que poderá sustentar um amor atraente
Numa galáxia iluminada por uma galera
Amor diferente
Vindo da celeste atmosfera
Dum céu de luar reluzente
Dum olhar para a estratosfera
Amor feliz diferente
Vamos tornar bela a nossa era
Amor apaixonado, diferente

Daniel Costa