sábado, 29 de dezembro de 2012

POEMA AMOR NO DEALBAR


AMOR NO DEALBAR

Trombetas a ressoar
A chegar um mundo novo!
Amor no dealbar
Contentamento do povo,
Este a festejar
Assim resolvo,
Com a esperança a ribombar
De bonança absorvo,
Vivendo a sonhar
Sonho risonho,
Sem pestanejar
O anjo, manto bisonho!
Sem o sentir, a me rodear
No leito me revolvo,
Com ligeireza me vi voar
De nuvens, luas e sóis, me envolvo
A outra galáxia, a outro planeta a chegar
O que me envolvia, me parecia polvo,
A me abraçar,
Era nada, revi sôfrego!
Bonita mulher a me olhar
Eu já envolto,
A me apaixonar!
Para aquela doçura me volto,
Quando me sinto acordar
Meus deuses! Estarei solto!
Vos imploro, venham perdoar,
O anjo se condoeu, qual garoto!
Amor no dealbar
Fogo de luz me há aposto
A mulher a meu lado a sorrir e a acenar
Sonho de amor no dealbar!

Daniel Costa







terça-feira, 25 de dezembro de 2012

POEMA AMOR NATALINO




AMOR NATALINO


O puro amor será cristalino
Brilhante como mar de prata
Amor natalino
Reluzente como pedra de ágata,
Diamante lapidado, fino
No meu sonho o senti como nata,
O sonho reflecte nosso tino
O sonhar poderá ser a seguir a serenata,
Acontecia, me parecia o badalar o sino,
Era o anjo em fragata
Me embalou, como menino,
Andava em regata,
Traçava o meu destino!
 Me fazia viajar alado, a nova bravata
Amor natalino
Em pouco, tropical mata
Era já esperado por amor divino,
Parelha de pilecas, em voo, me acata,
Benfazejo hino,
Sobrevoa a mata, estaca
Mulher, anjo, flor para o eu rabino
Me pareceu gaiata
Senti como se fora stradivarius - violino
Deslumbrado como acrobata
Feio menino, felino!
Me apaixonei como se fora apostata
Fora eu da Madragoa, varino!
Naquele dia, naquela data,
Acordava repentino
O anjo invisível, burocrata!
Escutei sua doce voz de ensino
Aguarda, como diplomata
Terás amor bizantino,
Que na galáxia desejaste, em cascata
A mulher atraente, o eterno amor natalino
Amor natalino!


Daniel Costa






ESPECIALMENTE, RECOMENDO UM VISITA AO MEU BLOG "MUNDO E VIDA", PARA CONHECER UM POUCO DA MINHA PERSONALIDADE, ATRAVÉS DE UMA ENTREVISTA, QUE ANNE LIERI ME FEZ, PARA O RECANTO DOS AUTORES. 
 http://mundoevidadaniel.blogspot.pt/






sábado, 22 de dezembro de 2012

POEMA AMOR DE IPÊ



AMOR DE IPÊ 


Árvore que se vê
No seu verde e amarelo
Amor de ipê
Símbolo singelo,
Do imenso Brasil de você
De ancestrais, belo
Que importaram o vossemecê
Verde e amarelo
Amor de ipê
Musicalidade de violoncelo
Andamento de coupé
Segredo de polichinelo.
Sonho de frapê
O anjo disse: dorme, feito frade capelo
Voa, vai com fé
Sem entender como, voava sem selo
Entrei noutra galáxia, me esperava o coupé
Com parelha de corcéis, de luzidio pêlo
Voavam comigo na ré,
Com desvelo
Travaram junto a um ipê
No que parecia um cabedelo
Na sombra da frondosa árvore a parecer cliché
Interessante mulher, parecia modelo
Me apaixonei, imaginei concerto de oboé,
Verde e amarelo
Sonho a parecer ver as pirâmides de Jizé.
A aura do anjo mostrou, um elo
Era a primaveril festa florida do ipê
Ipê verde e amarelo
Amor de ipê,
A mulher me acenava sorridente, amor modelo
Amor bonito como a flor do ipê,
A flor do ipê, amarelo!


Daniel Costa








quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

POEMA AMOR LUNÁTICO





AMOR LUNÁTICO  


Jamais estático
Coração versátil, a bater
Amor lunático
Entranho, a se remexer
Ainda que, num mundo apático
O amor será, fúria de viver
Tabernáculo
Força do querer
Oráculo,
Em sonho de vencer
Se, se atravessa o obstáculo
 Se o anjo aparecer?
Aparecer vernáculo
Visão de entontecer
A rodear um cenáculo
Cena de beleza ia acontecer
Na outra galáxia, espectáculo
Desfile se ia poder ver
Valoroso, vinculo
 Espectacular de prazer
Parecia ver por binóculo
Nos ares, eu a me mover
Parecia dinâmico, másculo
Sentia alguém por mim a torcer
Como se fora vinculo
Ao destino cheguei, ia vencer!
Vulto esfumado, um tentáculo,
Me fez tremer
A entrar num cenáculo
Ao ver uma doce mulher a viver
A desejei como vinculo,
 A envolver
Parecia a ver com monóculo
Era uma beleza de estarrecer
Acordei sem um ósculo
A alma do anjo me pareceu ver
O amor estava longe de ser fanático,
Me podia erguer
Ver o que julguei ser amor lunático
A mulher, meu amor, o meu doce prazer!
Daniel Costa

 






domingo, 16 de dezembro de 2012

POEMA GRACITA






O milagre, foi impensável, mas real, aconteceu no ano 2000
O caso originou promessa, cumprida no santuário de Fátima em 2001
Seis anos depois, entrado numa segunda encarnação, surgiu o poeta e escritor
Desde então, cinco livros publicados, mais dois em publicação
Agora o selinho, cortesia de Severa Cabral (escritora)
Partilho com os
 amigos, que o podem linkar


GRACITA
Ter a dita
De deambular por João Monlevade
Encontrar a Gracita
Aquela mulher feita verdade
Olhem que mulher bonita!
Pode ser encontrada na cidade,
Brilhante, como uma rosácea bendita
Mulher de verdade
Sagaz, se poderá deduzir, erudita!
Lecciona, fazendo evoluir a sociedade
Nessa cidade concelhia de Minas Gerais, milita
Mulher reluzente de felicidade
Vera, como se fora carmelita
Graça Fraga, de humana bondade,
Dá por Gracita
Num mundo onde na generalidade,
Cresceu de aluviões de aço, de pepita,
Nos dois séculos passados, noutra idade!
No presente, a cultura arrebita
Gracita com o seu potencial de sensualidade,
Nela milita e palpita,
De bonita idade
Em que se acredita,
Estar na montanhosa cidade.
A observar muitas flores, em órbita
Mulheres de verdade,
Uma delas é a flor Gracita!





Daniel Costa







quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

POEMA DE CORAÇÃO PARA CORAÇÃO




O milagre, foi impensável, mas real, aconteceu no ano 2000
O caso originou promessa, cumprida no santuário de Fátima em 2001
Seis anos depois, entrado numa segunda encarnação, surgiu o poeta e escritor
Desde então, cinco livros publicados, mais dois em publicação
Agora o selinho, cortesia de Severa Cabral (escritora)
Partilho com os amigos, que o podem linkar





DE CORAÇÃO PARA CORAÇÃO
Se ama com devoção
Num mundo eterno e profundo
De coração para coração
Oh! Meu mundo!
Amor eterno, sem ilusão
Amor fecundo,
Fecundo e de emoção
Amor oriundo,
De coração para coração
Dum sonho, risonho e fecundo
Do anjo surgiu a visão
Me indicava, outro mundo
Nova orientação
Sonharia fundo?
De coração para coração
Sonho realizável, segundo,
O anjo me tocou, dando orientação
Como se fora das estrelas vagabundo!
Com amor e gratidão
Voava na galáxia, nessoutro mundo
De coração para coração,
Enxerguei um coração profundo
Uma mulher de perfeição,
Vestido, vermelho, a olhei num segundo
Olhava as estrelas, sem sofreguidão,
Tranquilidade de amor belo e fecundo,
Amor de rectidão
Acordei a escutar uma trombeta, em som de fundo,
Ali estava ela a se doar com exactidão,
De coração para coração
De coração para coração
De coração para coração
Daniel Costa







domingo, 9 de dezembro de 2012

POEMA AMOR INAUGURAL


O milagre, foi impensável, mas real, aconteceu no ano 2000
O caso originou promessa, cumprida no santuário de Fátima em 2001
Seis anos depois, entrado numa segunda encarnação, surgiu o poeta e escritor
Desde então, cinco livros publicados, mais dois em publicação
Agora o selinho, cortesia de Severa Cabral (escritora)
Partilho com os amigos, que o podem linkar



Querido amigo Daniel

Ofereço-lhe este mimo com o objetivo de agraciar seu lindo espaço.

Um espaço dinâmico e rico em conteúdo.

Seu primoroso trabalho me encanta amigo.

Obrigada Daniel por compartilhar poemas divinos para o meu deleite

Beijinhos da amiga que te admira

Gracita
Selinho, oferta da amiga Gracita, do blog Gracita:
http://gracitamensagens.blogspot.pt/, grato amiga






AMOR INAUGURAL


Grande e real
Eloquente
Amor inaugural
Eis o amor sequente!
Sempre existiu afinal,
Era latente,
Legal:
- Legal e vertente
Amor inaugural,
Legal, real e consequente
Dois corações, com aval
Intransigentes - logo transigente
Jamais superficial,
Num sonho saliente
O meu anjo leal!
Sobrevoou onipresente
Do lado oriental:
- Já me via diferente,
Catapultado em espiral,
Aportei à galáxia, a oriente,
Novo mundo oriental!
Então, estava ciente,
Do amor inaugural,
Este me surgiu de repente
Me esperava, natural,
Mulher eminente.
Farol, em pose actual,
Brilhante!
Simplicidade fatual
Anjo comandante:
- Acordei, a imaginar o irreal
Num impulso amante,
Olhar central,
Num sorriso vivificante,
Doce mulher oriental,
A pertencer a este viajante,
Amor inaugural
Doravante:
- Belo, original!

Daniel Costa


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

POEMA ANNE LIERI

 
O BLOG DANIEL MILAGRE DESEJA FELIZES FESTAS A TODOS


 Severa Cabral (escritora), no seu FOLHAS DE OUTONO, teve a amabilidade, do tamanho da sua enorme alma de me nomear para receber este lindo prémio. A ele correspondem condições. Fiel aos meus principios, por experências anteriores, tomo a liberdade de nomeaar todos os que visitam DANIEL MILAGRE.
LINK FOLHAS DE OUTONO:  http://severaescritora.blogspot.pt/




ANNE LIERI

Um dia renasci
Foi outrora
Vim a contactar Anne Lieri
A educadora
Confesso que revivi
E revivo ainda agora
 Na minha segunda encarnação a senti
A protectora
Anne Lieri
Menina Voadora
Pontua ali
Sou fã do seu Recanto de autor e Autora
Mais preciso - Autores - nesse mundo a senti
A educação adora,
Que com prazer segui
Como grande mentora
Em seus espaços evolui
Mulher sedutora
O seu mundo, elegi
Como sala, inovadora
Nada, bani
Das preciosidades que explora
Porque seu sobrenome termina no I de râguebi
A pressupor descente de italiano embora,
Nenhum jogo de luigui,
Consta que explora
Anne Lieri
De pupilos, condutora
Anne Lieri
Menina Voadora!

Daniel Costa