sábado, 29 de março de 2014

MAR DA PRAIA DO MECO




MAR DA PRAIA DO MECO           

Ando sempre na cola do eco,
Na procura do sol a espelhar beleza
Praia do Mar da Praia do Meco
Da pesca do arrasto fortaleza
Ali pode veranear até um guatemalteco,
Ao lado do naturismo, da realeza
Olhar, ver o sul e engolir em seco
Senhora do Mar; te proponho gentileza
Te proponho ser importante adereço
Absorver o sol que oferece a natureza!
É o sul que destina ao naturismo, um beco!
No oposto ao mar estão a arribas de leveza,
De calcário, corpos untados, a parecer boneco.
A completar o naturismo, não a esconder beleza,
Nem o corporal, o visual apreço!
Senhora do Mar; desejo lanchar à milanesa
Me dá a mão, vamos subir à aldeia do meco.
Usufruir de bom marisco, servido com gentileza!
 Mergulhar naquelas salsas ondas de que me despeço
É transportar vontade de voltar de certeza,
Voltar para degustar sardinha, gosto sem preço
Sardinha na brasa à portuguesa!
Mar da Praia do Meco! 

Daniel Costa



quinta-feira, 27 de março de 2014

POEMA MAR DA PRAIA DE PORTO GALINHAS





MAR DA PRAIA DE PORTO GALINHAS    

É preferência de portugueses e das minhas
Como é toda a costa de Pernambuco
Mar da Praia de Porto Galinhas
Sua grande beleza; avisto e esmiúço
Por aquele litoral já passaram vizinhas
Me falaram da beleza do percurso
Senhora do Mar; senti o entusiasmo das loirinhas!
Parecia terem visto muito, a saber a pouco
Quereis saber o porquê da designação de Porto Galinhas?
Do outrora, Porto Rico, que teria mais suco!
Os escravos desembarcavam ali em gaiolinhas
Para não se falar de escravatura em Pernambuco
As gaiolas eram as que serviam para transportar galinhas
A imaginação, de desumanos, é da tradição como o buço
Se essa dá lucro conta; entra nas linhas!
Vale mesmo um cavalo de carapuço!
A Senhora do Mar… A protagonizar estrelinhas!
Se for preciso negar, esboça-se um soluço
Mas falemos mais da Praia de Porto Galinhas
Vale a pena, programar para ali férias de louco
Ver o doce azul do mar, de águas molinhas
A contrastar com o verde que as rodeiam, a dar frutos de suco
Como os coqueiros, ramos nas alturas como rainhas
Mar da Praia de Porto Galinhas,
Um dos mares de Pernambuco!
Mar da Praia de Porto Galinhas!

Daniel Costa



 

terça-feira, 25 de março de 2014

POEMA MAR DA PRAIA DO BALEAL






MAR DA PRAIA DO BALEAL

Cismei com o extenso areal
Afaguei a bicicleta
Mar da Praia do Baleal
Não havia estrada, menos valeta
Tinha já passado pela catedral
Depois sempre alerta
Senhora do Mar; pensei no terreal
Nesse espaço como janela aberta
Um mundo onde tudo é genial
A localidade do Baleal é como ilha descoberta
Há pouco, só se podia entrar por mar ou pelo areal
 De um lado apenas areia, a parecer alerta
Três lados rodeada por água do mar normal
Já se vê, que há o ondular de dois lados; onde um não desperta
Do outro dá o vento, há ondulação, ficar vazio é curial,
Essa margem alterna no ficar deserta!
Modernidade é o sinal factual,
Construiu-se uma estrada aberta
Onde todos os carros podem ir à povoação a parecer do Santo Graal
Assim toda a gente pode ficar certa
Para os modernos desportos náuticos é como paraíso ancestral
O porquê de abundarem ali várias escolas das especialidades, pela certa!
 Podemos, sair observando, o famoso templo medieval
 Sentir o cheiro dos percebes cozidos que, paladares desperta
A provar aquele crustáceo robusto, criado em pedras na vertical
Difíceis de abordar mesmo por mariscador atleta
Senhora do Mar olha a beleza da Praia do Baleal!
Com a protecção da imagem de S. Leonardo asceta
Mar da Praia do Baleal!

Daniel Costa

 
 


sábado, 22 de março de 2014

POEMA MAR DA PRAIA DE SALINAS




MAR DA PRAIA DE SALINAS

Vivo de adrenalinas
Sonhando com os mares do Pará
  Mar da Praia de Salinas
De algo de bom, que há por lá
Que a certa altura vira moinas
Senhora do Mar, que pompa!
Moinar depois de mergulhar, sem bobinas
Curtir, como chupa… Chupa!
Conversar, fingindo namorar meninas!
Sentir a felicidade… Upa!
O amor me faz feliz, sempre traquinas!
Quando ele aparece, vem sempre à socapa
Senhora do Mar, com o pensar em ti; me dominas
 Apareces como contracapa
Como metáfora terminas!
Sinto a beleza das finas areias como tulipa
Estou em Salinópolis, o concelho onde é Salinas
O seu mar atrai, como recheada copa,
Mar e praia são chamariz, imitam buzinas
Olho a sua vastidão que seduz, sem etapa
Tudo faz lembrar um mundo de platinas
Recordar os Índios, continua a ser farpa!
A esconder entre cortinas
Senhora do Mar, tu serás a aspa!
Mar da Praia de Salinas!

Daniel Costa



 


 

quarta-feira, 19 de março de 2014

MEU OITAVO LIVRO: EU E VOCÊ - POEMAS




 
 
 
 
O LIVRO - EU E VOCÊ - POEMAS, que como autor de oito livros lançados, no mercado livreiro em cerca de três anos, tenho a veleidade de afirmar estar a  lançar uma pérola da poesia LUSÓFONA.
O livro tem muitas afinidade com o Brasil. Com o preço de 12.90 €uros, este pode ser pedido, com morada para: dan.costa@zonmil.pt
Em todas as capitais Federais, há banco postal que faz o câmbio e envia o pagamento.
Pode pedir o livro, enviando morada. Depois de o receber enviará o pagamento.
 
Daniel Costa - Escritor Académico da ALAF - Academia de Letras e Artes de Fortaleza, CEARÁ-

terça-feira, 18 de março de 2014

POEMA MAR DO PAIMOGO





MAR DO PAIMOGO

Recordar é ardente fogo
É recordar tanto que ali sonhei
Mar do Paimogo
No seu litoral a arrotear ajudei
Várias parcelas de mato foram decálogo!
Senhora do Mar, a minha parte arroteie
Em grandes marés com o mar travei diálogo
Polvos e navalheiras; marisquei
Mar de Paimogo
Pelos seus caminhos muito monologuei
Seria já como um prólogo
O sonhar com a existência de uma antiga grei
Não faria melhor um sociólogo!
Era a clarividência de um antigo necrotério que pisei
Como pisava a terra de dinossáurios de catálogo,
Vestígios dos seus ovos, o maior do mundo rei!
Oh!... Mar do Paimogo!
Senhora do Mar bastantes recordações; contar-vos-ei!
Vestígios das guerras Napoleónicas sobressaem logo
Com o seu propositado forte onde por vezes assobiei,
Por dentro o assobio fiz ecoar, seria tentativa de diálogo?
Terras e Mar de Paimogo; aventuras que vivenciei
Aventuras de felicidade; de vídeos – jogo!
Senhora do Mar, por ali; não só trabalhei
Antes, talvez a vosso rogo!
Enormes ocasiões aventurosas; vivenciei
Oh!... Mar do Paimogo!
 
Daniel Costa
 



 

domingo, 16 de março de 2014

POEMA MAR DA PRAIA DE IPANEMA






          MAR DA PRAIA DE IPANEMA          

Imaginei um esquema
De observar, mergulhando
Mar da praia de Ipanema
Quiçá remando!
Voguei em sonho, no gracioso tema
A beleza das patricinhas, mirando,
Como projetado em écran de cinema
A Senhora do Mar, me animando
Sentia-a em jeito de poema,
Poema, me mimando
Observando a riqueza do sistema
Não só mirando, também rimando,
Rimando com o teorema,
Porém, Vinícius a deixou brilhando
Na sua poesia, como lexema
Que o mundo vem trilhando,
Com glamour de estratagema
Senhora do Mar - Aprovas te orgulhando!
Mar da Praia de Ipanema,
A teu redor o Leblon, te olhando
As correntezas do teu mar como fonema
A atrair surfistas nas ondas voando,
Da Pedra do Arpoador, sem problema
Com emoções fortes, sonhando
Rasgando as ondas, sem anátema!
Observarão o morro, com o mar, lutando,
O morro Dois Irmãos, da cidade ecossistema 
Repare nos coqueiros, balançando
Senhora do Mar, é como semantema
O calçadão; o espaço doirando
Mar da praia de Ipanema
Oh… Oh… Oh… Ipanema!

Daniel Costa





 

quinta-feira, 13 de março de 2014

POEMA MAR DA CIDADE DE PENICHE





MAR DA CIDADE DE PENICHE
 
Vamos imaginar fetiche
A cidade da Europa mais ocidental
Mar da cidade de Peniche
Deveras documental
Senhora do Mar; tens à tona o teu beliche!
De brisa marinha estival
Diga paraíso dos surfistas, azeviche!
Agora vou enaltecer o seu arraial
De grandes emoções cliché
No Alto da Vela, junto ao mar, ao forte, no seu portal
Depois a procissão do mar, muito fiche
Rogar proteção a Senhora da Boa Viagem é fundamental!
Barcos engalanados, como fetiche
Num, a veneranda imagem e banda, com o seu instrumental
Senhora do Mar, obra de pastiche!
Tudo no mar e a procissão marítima é outro arraial
A culminar na hora do fogo de mar, bolos e ponche!
Tudo junto daquele mar é festival
Depois em noites mesmo sem lanche,
 Noites passadas na doca, parecia jogral
Mar da cidade de Peniche, a ver desembarcar peixe em avalanche
O reflexo das luzes, ambiente do porto ornamental!
Mar da cidade de Peniche!
Junto ao mar lia as últimas notícias do vespertino jornal
Iniciava os meus sonhos nas noites de Peniche!
De madrugada voltava, como da Catedral!

Daniel Costa

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