quarta-feira, 30 de abril de 2014

POEMA MAR DA PRAIS DE MORRETES


 
 
  MAR DA PRAIA DE MORRETES    

 Ouvir estralejar foguetes
Avistando o mar no Paraná
Mar da Praia de Morretes
É sonho de vida, é maná
Nos tempos coloniais, teve trâmites!
Para vir a ter vida urbana
Senhora do Mar; vê os seus mirantes!
Observa os caminhos de gincana
No Mar de Praia de Morretes
Avista a região agrícola, também terá banana!
Italianos, sérvios, japoneses constituíam as hostes,
Portugueses, alemães, Ingleses, gente sana!
Formaram a agricultura, foram dela instigantes
Ficaram ao lado do homem urbano, com carripana
À vista do seu mar e praia ficaram outros morretenses
Senhora do Mar: também havia porcelana!
Temos assim a capital agrícola do litoral com requintes,
Junto a uma elevação, do mar do Paraná,
Espraiando-se para todos, mais para as elegantes!
No século XXIII teve um João Almeia, brilhante,
O primeiro morador da região da praia de Morretes!
Fora construída capela, como roldana,
Para no século XIX, ao nome, se puderam deitar foguetes,
Tomando foros de cidade, a praia ficou a dominar soberana.
Mar da Praia de Morretes
Conhecê-la será como conhecer, ainda a deusa diana!
Mar da Praia de Morretes!

Daniel Costa








 

sábado, 26 de abril de 2014

POEMA MAR DA PRAIA DE ARMAÇÃO DE PERA





MAR DA PRAIA DE ARMAÇÃO DE PÊRA          

Senhora do Mar, de voz sincera!
Como a suavidade do marulhar,
Mar da Praia de Armação de Pêra,
A parecer um enfeitado altar,
Podemos imaginar outra Era
Se vista do seu mirante, seu florido patamar!
Podemos ver o protagonismo de quimera,
A passagem nocturna, por entre laranjais, antes do mar
Mente de brilho, que o pensamento não supera,
No que foi a Xelb, dos muçulmanos, radar!
Atual cidade de Silves, onde a praia nos espera,
 Para escutar o suave marulhar
 Senhora do Mar; vem testemunhar esta Era!
O poeta saltar da praia, para mergulhar
Na praia dos Pescadores; ver como é solarenga e vera,
Tem muita beleza, se vista ao luar,
Parecerá aurífera, depois do sortilégio, que se obterá
Depois de ter vagueado pela planície dos laranjais a brilhar
Mar da Praia de Armação de Pêra,
Tempo de férias em ti, é de louvar,
É estar numa outra esfera
Vida própria, para os dias e as noites se aproveitar,
Mar da praia de Armação de Pêra,
Devo, desejo-te amar e felicitar!
Praia do Mar de Armação de Pêra
Não me contenho, vou deixar-te mais um olhar! 

Daniel Costa

 
 

 

quinta-feira, 24 de abril de 2014

POEMA MAR DA PRAIA DE CAMBURI OU DE VITÓRIA





MAR DA PRAIA DE CAMBURI OU DE VITÓRIA  

Aceitei a maresia, a protetoria!
Imaginei um protector manto
Mar da Praia de Camburi, de Vitória
Junto à cidade, de recanto!
Cidade de história
Vitória do Espírito Santo!
Capital Federal; provedoria,
Tens na praia de Camburi; um espanto!
Seis quilómetros de areal lhe dão senhoria
Provedoria situada em ilha de encanto
Eterna beleza que guia
Oh Praia… Oh Mar de instinto!
Oh mar de moderna sinfonia!
Vitória é uma das três Capitais em labirinto
Com praias, em ilhas de encanto!
As outras; São Luís, Maranhão, alegria!
Florianópolis, Santa Catarina; ornamento!
Praia de Camburi, glória!
De eventos desportivos, fomento,
Ecoando na cidade de Vitória!
Foi em mil quinhentos e trinta e cinco, o assento!
Viria a ser dia de história
Era Domingo, dedicado ao Espírito Santo
Senhora das Alegrias!
Figurando na tela mais antiga, como Sacramento,
Mais antiga da América Latina, memória,
Memória guardada em Convento!
De nossa Senhora da Penha, protetoria,
Do legado opulento!
Mar da Praia de Camburi ou da Vitória!

Daniel Costa

 

segunda-feira, 21 de abril de 2014

POEMA MAR DA PRAIA DE S. BERNARDINO




MAR DA PRAIA DE S. BERNARDINO    

Praia ao abrigo de arribas é hino
Demais, outra junto, a dos Frades
Mar da praia de S. Bernardino
Frades, que vinham de antiguidades!
De tempos do começo da dinastia do Joanino
Senhora do Mar; saberás as finalidades!
O nome da povoação; é bem campino
A designação de S. Bernardino mostra apostolicidades,
Até à praia, ao mar, há grande espaço peregrino
 Em rampa, rente à quinta que foi dos frades,
Ou convento de que foi patrono S. Bernardino,
S. Bernardino, para sempre, ficou a povoação e suas benignidades,
Consequentemente, a praia, um verdeiro baldaquino!
Senhora do Mar; são assim os mergulhos em suavidades
Foram antes do anti – clericalismo, paladino!
A adjacente praia dos frades, onde terminavam suas herdades
Seria privativa, deles como privilégio divino?
Haveria, autorgadas por reis, desigualdades?
Mar da praia de S. Bernardino,
Mar beijando, o areal em fins de tardes, de serenidades
Na enseada, o sol, vai desaparecendo, extra – fino,
Vão subindo as beldades!
Mar da Praia de S. Bernardino!

Daniel Costa




 

sexta-feira, 18 de abril de 2014

POEMA MAS DAS PRAIAS DO MUSSULO






MAR DAS PRAIAS DO MUSSULO    

O poeta pode evocar até um casulo
Anda veloz, anda e desanda!
Mar das Praias do Mussulo
Meninas bonitas da grande Luanda
No seu quadrângulo
Uma religião ortodoxa, a umbanda!
Nome oriundo do dialecto quimbundo
O que há também na luandense mutamba
Senhora do Mar vem olhar o mundo!
Repara onde foi nascer o umbanda!
De lá do Equador, sempre oriundo
Se eterniza noutra banda,
Deixando o Mar do Mussulo
Quis antes procurar uma quitanda
Desprezou o, muito seu, pináculo
Senhora do Mar, o mar ficou de banda
Os finos areais podiam ser seu oráculo!
O procurou noutras paragens, noutra varanda!
O umbanda não esperou, pelo fim do obstáculo
Se evaporou, ou foi forçado à debandada,
E, as praias do Mussulo, preservaram o vínculo!
Para em tempos de paz, servirem de comenda
Os seus altaneiros coqueiros a servirem de rótulo
 Grande paz, mais uma prebenda!
Infra-estruturas modernas, fazem sentir o novo século,
Depois de várias contendas,
Mar das Praias do Mussulo
Os deuses as preservaram, para serem prenda,
Mar das Praias do Mussulo!

Daniel Costa 
 

 


 

quarta-feira, 16 de abril de 2014

POEMA MAR DA BAIA DE LUANDA





MAR DA BAÍA DE LUANDA 

Na cidade onde a lua anda
 Onde melhor se repara na beleza da Baía
Mar da Baía de Luanda
Tua formosura a parecer mulher de mini - saia
Mulher bonita; podia dizer veneranda!
Senhora do Mar; de tão tranquilas, as águas parecem de ria!
O mar ali se assemelha a uma platibanda,
Doce suave, com sabor a sericaia!
Paulo Dias de Novais fundou a cidade; aquela!
Já em mil quinhentos e setenta e cinco, que bem lhe sairia!
Em sessenta e seis, já estava de vela
Ao lado uma ilha, que para sempre a abrigaria
     Deambular pela Avenida Marginal, dá para imaginar a Holanda,
Os seus naturais, que ali estiveram à rebeldia,
 Sempre o mundo, houve portugueses, atentos na varanda,
Senhora do Mar, quem a suave Baia desprezaria?
Quem desprezaria aquele país, aquela banda?
Um país cujo, rico solo e subsolo será grande fatia,
Mar da Baía de Luanda
Entrada de um longo país, ou seja sua mordomia,
Quem ali na Avenida, fizer rodar o olhar noutra banda
Verá o grandioso edifício de Banco de Angola de atalaia,
Como guardasse o ouro de toda a demanda,
Olha bem Senhora do Mar, guarda bem a alfaia!
Mar da Baia de Luanda! 

Daniel Costa

 



domingo, 13 de abril de 2014

MAR DAS PRAIAS DE ANGRA DOS REIS




MAR DAS PRAIAS DE ANGRA DOS REIS 

Senhora do Mar; como seríeis?
Caso não houvesse a majestade!
Do mar das praias de Angra dos Reis!
Essa maravilhosa; digo potestade!
Que dignamente; sempre sustereis
Com galhardia e amor de verdade
Por esse Éden tropical sempre velareis!
Descobertas por portugueses de vontade
Em mil quinhentos e dois como sabereis,
Senhora do Mar; admira-se a sua suavidade
Antes de europeus, a um rei fiéis
Ali estavam índios tupinambás de afabilidade
Mar das praias de Angra dos Reis
 Do seu litoral de grande intensidade,
De ilhas, trezentas e sessenta e cinco contareis
Algumas, propriedade de nababos, na realidade,
Riquíssimos como sei e vós sabereis
Senhora do Mar será a alacridade!
A acentuar a desumana desigualdade convireis!
Com aviões a jacto, de sua própria propriedade
Como se fossem do mundo reis!
Os deuses, deviam reparar na disparidade,
Devem reparar neste céu terreal que dizeis?
Deviam pugnar, por credibilidade!
Para que na terra jamais haja miseráveis
Venham ter, com os pobres afinidade,
Que vão nos seus jactos reunir em Angra do Reis!
Eu poeta vos convido a ter com miseráveis amabilidade,
Mares das Praias Angra dos Reis!

Daniel Costa




 

quinta-feira, 10 de abril de 2014

POEMA MAR DA PRAIA DA CONSOLAÇÃO


 
MAR DA PRAIA DA CONSOLAÇÃO 

  Avistei uma constelação
Rodeado de um micro – clima
Mar da praia da Consolação
Praia iodada de baixo acima,
No mundo só há outra no Japão
 Copacabana portuguesa rima,
Senhora do Mar, não só devido à extensão!
A configuração também se afirma
Mais de seis quilómetros de areão!
Dunas do lado direito; a fazer de prima,
Até a uma praia da cidade Peniche a fazer união,
Ao lado esquerdo, prende o iodo, à auto – estima,
Há pedra em lajedo, onde os corpos se põem em exposição
Senhora do Mar; a reter a enzima,
 A maresia se junta ao sol a produzir a reação
Podemos ver como o micro – clima se afirma,
Ainda na parte continental da região
Com o Verão mais a reanima
Mar da praia da Consolação.
A Copacabana portuguesa também anima,
Ao saber-se que iodada como ela só há no Japão,
É assim que muitos turistas vêm sorver o seu clima,
Dispondo de noites de muita animação
De forte rebentação esgrima
Senhora do Mar, faz esquecer a forte rebentação,
Esta praia será diferente, propriedade médica máxima!
Mar da praia da Consolação!

Daniel Costa