A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

sábado, 8 de agosto de 2009

poema

Selinho oferecido pela Jacque, do blog do mesmo nick:
http://arcoirisencantado.blogspot.com/

Digo as coisas que me são caras e repasso a seis amigos de outros blogs e passarei a avisá-los.

Coisas importantes para mim:
Saúde
Amizade e respeito
Paz
Tranquilidade
Procura da verdade
Procura da justiça
Blogs:
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Imagem obtida da janela de um oitavo andar de hotel de apartamentos na Praia da Rocha. Repare-se no transtlântico de cruzeiros ancorado ao largo da majestosa estância turistica.

PRAIA DA ROCHA

Oh Praia da Rocha
Na foz do rio Arade
Terás sido a primeira tocha
De povos, como Suevos, Alanos
Gregos, Cartagineses
Também vieram Romanos
Todos ali aportaram
Por fim Muçulmanos
Junto da Cidade de Portimão
Domínios conquistados por luso humanos
A foz do Arade lá está piscando maganão
Quem aporta à Praia da Rocha
De passagem, admira Portimão
Depois um saltinho às praias
Do Vau e Alvor, nas festas de Verão
Como na cosmopolita Praia da Rocha
Onde passam as elites em animado serão
Beldades sem fastio
Veremos com o verão
No Solstício do Estio
Abrir a “vernisage” criar protagonismo
Manter imagem, eis o desafio
Ou reconquistar o amor
Que parece andar arredio
Oh Praia da Rocha, Navios de Cruzeiro
Ancoram, fazem desvio
Conhecer mundo é brilhante
Sonho de festa, um desafio
Praia da Rocha do mundano Verão
Do Algarve mais um pavio
És senhora desse condão

Daniel Costa
Poema e foto

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

poema



COMENDADORES

Comendador
Não é um qualquer
Será um senhor
Até pode ser uma mulher
O título fará furor
Afinal no dia de Camões
Foi o Presidente da República
A investi-lo do título de Comendador
Neste mundo de ilusões
O povo diz de alguns
Terem sido burlões
Que importa

Do pensamento serem anões
Se lhes foi atribuído o título
Em dez de Junho
Dia de Luiz Vaz de Camões
Há tanta gente assim importante?
Se o País desliza para a penúria
A cada instante!
Comendador de número
Importante para certos senhores
Não reparam
Que se banalizam feitos de pesquisadores
Atribuindo-se a Comenda
A muitos em paga de favores
Será que a justiça
Não tem pudores?
Banaliza quem tem mérito
Em prol de enganosos louvores!

Daniel Costa

domingo, 2 de agosto de 2009

Poema


ANGELINA

Angelina
Uma bela mulher
Uma mulher assaz linda
Diria mesmo linda de alma
Gosta-se dela como pintora ainda
Camarada funcionava o platonismo
No porte parecia sedutora infinda
A bela e interessante senhora
Sabia ter pose
Pose de mulher sonhadora
Em impressão coloquial
Com um grande fotógrafo de arte
Confessou sentir desejo de retratá-la
Como o fez a Kim Novak
Angelina
A pose, a alma, a arte
Fazem dela uma mulher divina
A última vez que a vi
Confessou-se ufana
Era mãe de outra bonita mulher
A quem queria além da irmã, da mana
O comum amigo cineasta
Autor de belas fotografias de arte
Considerava-a estrela reluzente
Em toda a parte
Beleza sempre inebriante
Tal como o cinema celebrizou
A beldade Kim Novak

Daniel Costa