A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

domingo, 6 de setembro de 2009

poema


ANA POETISA

Ana Martins
Depois área da pedagogia
Escreve em profundidade
Aos seus querubins poesia
Trabalho e hobby
Será assim o seu dia
Preocupa-a que inventem
Leis inexequíveis eivadas de vilania
A sua arma é estruturar
Carismática poesia
No reino das inverdades
Provocar simpatia
É assim a Ana Martins
Resoluta, luta com simpatia
Nasceu nas terras quentes do Ribatejo
Berço das touradas
No além Tejo onde se vibra
Com fandango e fandangadas
Viver depois no verde Minho
Um mundo de folclore
O amor esse maganão
Quiçá o trabalho
Originou a condição

Daniel Costa

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

poema


PRINCESA DE OLHOS
VERDES

Senhora de olhos verdes
Não é a Princesa de Avalon
É a de Abravezes
A Princesa tem uma tez bonita
Mancha de tristeza por vezes
O semblante de mulher bela
Esconde tristes singelezas
Atraem olhos verdes
Em conjunto com a rara beleza
Na princesa de Abravezes
A Princesa sofre
Sofre recolhida por vezes
Como mãe
De um bonito filho
Que o Céu, o éter detém
A bonita Princesa mãe vive aquele amor
O pensamento sempre paira no além
Por muito bonita que seja
Jamais esquece ser terna e eterna mãe
De um belo Príncipe
Como a Princesa é também

Daniel Costa

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

poema


DIAMANTES

Histórias mirabolantes
Estão na literatura que conhecemos
Dos cobiçados diamantes
No fundo são as pedrinhas
Que príncipes oferecem a princesas
Também reis ofertavam a amantes
Tudo jogatinas
Em reinos distantes
Polícias, ladrões, espiões, traficantes
Muitos cifrões
Num mundo de burlões
Parece tudo organizado
Num meio de muitas confusões
Para Diamantino, disseram um dia
Num país em guerra
Tudo o que vês é pedra
Não uma pedra qualquer
Esquece, mesmo que tropeces
Numa mais brilhante
Porque tudo é diamante
Nenhuma vês
Pode estar a espionagem
E faz-te a folha de vez
Visitando um museu
Foi como pisasse o chão, o que comoveu
Mais tarde alguém, Diamantino esclareceu
Gananciosos compravam todas as pedras
Que as guerras sustentavam
Porém uma parte
Sendo de diamante, não tinha quilate
Desfaziam-se por entre dedos num instante
E a guerra continuava incessante
Ninguém percebia, só porque tinham goela
Proibiam-se animais de capoeira
Talvez disfarçando qualquer asneira
Porque havia discriminação
Julgava-se que para a vida inteira
E os diamantes
Reluzentes, os verdadeiros
Embarcavam para mundos inteiros

Daniel Costa