A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

sábado, 31 de outubro de 2009

poema




GORETE

 

Aconteceu no Ceará
A bruxinha me levou
A bruxinha não era má
Um dia me catrapiscou
Apareceu o sabiá
Sexta-Feira treze me pregou
Partidinha de me levar ao Ceará
Ali não sabia quem sou
Valeu o sabiá
Ele me segredou
No areal vês a Gorete
Bela e sensual mulher, um bijou
O areal é extenso
O sabiá me animou
Que mulher aquela, meus deuses!
Já sabia então quem sou
A Gorete, sua beleza cearense

Ternura e bondade me conquistou
Gostei dela
A bruxinha não gostou
Ela não era de todo má
Acabara o feitiço sumiu voou

A olhar embevecido a Gorete
Meu coração ficou
Gorete a ternura de mulher
Como o sabiá indicou

 

Daniel Costa



quinta-feira, 29 de outubro de 2009

poema

QUERIA APRESENTAR DESCULPAS AOS AMIGOS, POR ESTAR A SER MUITO RELAPSO EM RELAÇÃO A VISITÁ-LOS, ESPERO QUE O ESTADO DE INCIDÊNCIAS MUDE. PUS MUITO EMPENHO NO PREPARAR DA   ENTREVISTA QUE POSTEI EM  EM "adiafa filatelia", DEPOIS NA SUA DIVULGAÇÃO, A NÍVEL MUNDIAL, ATRAVÉS E CERCA DE VINTE FÓRUNS ONDE PONTUO.
BASTANTES COMENTÁRIOS ANINAM-ME A PROPOR UMA VISITA: 








LALLY


Mora no outro mundo
Essa alma de mulher
No Brasil profundo
A Lally está no Maranhão
A mulher, a terna Lally
Mora para lá do Sertão
Embora mais moderno
Sempre o eterno Maranhão
A Lally não abastada, mas terna

Dois filhos saberão os deuses como
Vão sendo educados à moderna
Felizes de viver
Preparados para o mundo amar
Sendo transmissão de retorno
Para a mãe Lally os adorar
Ela sabe os filhos
Educar para o mundo amar
Os miúdos aprendem
A apreciar, não a odiar
São como que chamados
A construir um mundo salutar
Onde mesmo sem mordomias
Se possa viver, se goste de estar
É assim que Lally ama
Quem a sabe amar
Eis a denodada mulher
Lally sedutora, no andar
Como ninguém lutadora
Mulher interessante

Mãe dos imensos amores
Animadora incessante
 
Daniel Costa

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

poema




VERÓNICA

O Rio de Janeiro
Tendo calor humano
Tem também um famoso Outeiro
Mais a poetisa Verónica
Bela de olhar prazenteiro
Questionei-me um dia
Sobre a Rádio Graça
Que de Lisboa transmitia
Da Rua da Verónica
Onde ficaria?
Perto da velha Alfama
Para lá da Mouraria
Tal como a rádio
Comunicava e transmitia
A Verónica pensamentos emite
Na sua belíssima poesia
Gosta-se da elegante Verónica
Conheceremos a que do seu livro foi guia
Verónica mãe
Mulher forte segundo a sua poesia
Por ser forte, não deixa de ser bonita
É como uma flor
Quem a conhece dela gosta, tem dita
De ser amigo afinal
De uma poetisa elegante e bonita


Daniel Costa