A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

terça-feira, 8 de março de 2011

POEMA A VIAGEM

 
A VIAGEM

Num dia de solidão
Concebi uma viagem
Desde então a minha vida
Conheceu uma viragem
Esvoacei até ao infinito
Avistei um mundo esquisito
Um primeiro a apregoar milhões
Povo apenas com miragens
Onde apenas chegam tostões
As farturas no reino
Pareciam ser tantas
Eram bravatas afinal
De quem veio falar de beatas
Aconteceu em Portugal
Um país de beleza natural
Onde há homens
De tamanha pequenez
Foi assim que Deus os fez
A apregoar riquezas
Onde apenas há mesquinhez
Que caminho segue Portugal?

Daniel Costa
 
DIA DA MULHER

Por razões que não vêm ao caso, até serão interessantes, nada tenho escrito. Hoje DIA INTERNACIONAL DA MULHER faltará imaginação para lhes dedicar um poema. O presente é em reposição, mas não esqueço as flores que tornam o mundo menos agreste, as deusas mulheres.
Entrados no século XXI, não se deveria já justificar os princípios que conduziram à criação do DIA.
No entanto o DIA INTERNACIONAL DA MULHER deverá sempre ser bem acolhido, porquanto as mulheres são as verdadeiras heroínas das nossas vidas, devem ter o seu dia muito especial. Elas são as esposas, as mães esmeradas dos filhos, as secretárias, as amantes, etc.
Em suma, as verdadeiras, flores!
Confesso ter sido a Lucinda, Lucinda Reizinho, que me motivou a escrever o presente texto pelo motivo e porque sou apreciador da sua personalidade, ficam os agradecimentos.
Daniel


sábado, 5 de março de 2011

POEMA QUANDO O AMOR CHEGOU


QUANDO O AMOR CHEGOU

Quando nossos olhares de cruzaram
O mar, a maré arribou
Nossos olhos faiscaram
A maré pela areia se espraiou
Os nossos corações se encantaram
Um bonito amor se aproximou
Mais os olhares se fixaram
O suave odor a maresia inebriou
As ondas do mar, no seu vai e vem, mais rolaram
Habituadas a sentir muito mundo que no areal se amou
A espuma branco-azulado convidava a amar
Deus parece que ali parou
A olhar a serena tranquilidade daquele mar
Ao longe uma gaivota esvoaçou
Os olhos ficaram fixos, deixaram de faiscar
Uma sirene ao longe soou
Ficaram brilhantes
A loucura de amar os encantou
Chegou a noite
O luar com o seu brilho os abençoou
Ficou uma promessa
A acenar novo encontro que entusiasmou
Naquela praia naquele areal
A vida mudou

Daniel Costa


quarta-feira, 2 de março de 2011

POEMA SERENIDADE


SERENIDADE

Lá longe noutra cidade
Naquele outro país
Mora a serenidade
Serenidade amadurecida
Com amor e lealdade
Numa labuta intensa
Em ambiente de solidariedade
Num outro pais
Mora a serenidade
Em sua volta
Reina a solidariedade
Tem como companheira
A virtude da amizade
Num clima de fraternidade
Candura e pureza
Intensa amenidade
Tudo caldeado
É tornado massa
De saborosa sobriedade
Torna-se saborosa
Se ingerida com frugalidade
E longe noutro país
Naquela cidade
Cidade onde mora
Está a intensa amizade
Na transparente alma
De dona serenidade

Daniel Costa