A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

POEMA SEVERA



POEMA SEVERA



Uma Severa morou em Lisboa
Longe na América do Sul, onde o Sol nasce primeiro
Naquele continente, em João Pessoa
Onde nem se sonhará quem era Severa
Quem primeiro o fado apresentou na capital Lisboa
Iniciou uma canção nostálgica
Hoje passeia pelo mundo inteiro como canção bonita e boa
Foi no velho bairro da Mouraria
Da sonhadora Lisboa
Como a Severa Cabral tem o condão da vivacidade
Esfusiante e interessante mulher a fazer sonhar com uma loa
Sensual, airosa, na sua cidade
A de João Pessoa
A mulher perfilha a moda a dar nas vistas
Diria talvez, sem querer, apresenta certa vaidade
O que faz, fará sempre e às vezes
Será processo de tonalidade?
Se, além de escritora, é especialista de moda
Sente necessidade de dar exemplos na cidade
Severa, é vaporosa
Um amor de mulher
Mulher fotogénica e ardorosa
Amiga, rainha de simpatia
Severa atrai
É como uma Primavera
É como um mundo que passa e vai
É como se percorresse também o mundo inteiro
A elegante Severa
Severa Cabral é um luzeiro
Não é mulher quimera


Daniel Costa



 

sábado, 5 de novembro de 2011

POEMA VERA

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POEMA VERA


“Vera se chama a prima de um menino
Então como chama a Vera o dito menino?”
A adivinha que recordo
Do tempos de pequenino
Tem razão de ser até ao ocaso
Se adoro a Vera de certo destino,
Da grande cidade de Belo Horizonte
Também a devo ver como Primavera
Quando desço o monte
Vejo a flor o jardim e a Vera
Mulher de face a fazer adivinhar
Sensualidade, uma quimera?
Não, Vera é uma mulher bonita
O bonito sorriso e fazer adivinhar sensualidade Vera
Beleza sorridente a configurar o divinal
Tem a beleza das flores que se vêem
Deambulando pelo quintal
A Vera Lúcia, seu nome, sua imagem
Sua atracção
Jamais será miragem
Como amiga, gosta-se da Vera
Conhecer o que divulga, é uma bela viagem
Pela cultura que explana
Pela beleza interior
De ser seu amigo, o poeta se ufana
Lúcia de apelido faz sentido como a Primavera
Desvendar o seu pensamento interior?
Seu signo peixes, dizem-na sincera
Nesse se faz fé
Seu bonito nome… Vera!

Daniel Costa

 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

SEREIAS, MUSAS, AMOR



SEREIAS MUSAS AMOR


O poeta tem, sempre um teor
Para escrever
Sereias, musas, por vezes o amor
As sereias inspiraram mais poetas antigos sem peias
Luas ou luares não me dão jeito, Senhor
Senti ao vivo as suas teias
Dormir embalado pelos luares foi penhor
Cerca de dez anos em cabanas, dormi nas eiras
Era ficar noites ao luar nas cabanas
Com ele mentalmente, senti poesia nas beiras
Adorei o luar nas choupanas
Veio a puberdade, veio o desejo de amar
O coração imaginava musas
As sereias eram bonitas na literatura
Bonitas, perversas, almas difusas
Com a musa do amor, a poesia perdura
Quer-se eterna, para o coração sem escusas
Pode partir-se daí para um “buquet” do amor, rodeado de ternura
As musas podem ser o jardim do poeta
O seu mundo de verdura
Amar as musas não é estabelecer confusão
E ter no seu jardim a mais bela, a de maior altura
O amor das musas sempre será platónico
A flor maior, a eleita pode sempre ficar segura
Assim se podem juntar sereias
Musas e amor
Amor sem peias
O amor pode figurar como penhor
Do poeta, das suas veias


Daniel Costa