A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Poema



MANHAS

Nada de confusões
Não pactuemos com falsidades
Manhas semeiam ilusões
Não confundamos manhas
Com mundos atraentes
Com radiosas manhãs
Manhas podem ser isco
Para cruéis patranhas
De mentes infiéis
Pouco ou nada humanas
A desumanidade e a maldade
Podem esconder,
Por vezes escondem mediocridade
No universo profundo
Neste de putrefacta insanidade
Onde entre inteligente bondade
Passa incólume e encoberta
A patranha fruto da mediocridade
Sagazes inteligências
Não servem alinhamentos de indignidade
O mundo apresenta-se louco
Tanta manha, tanta desumanidade
Devemos reflectir um pouco
Dizer com profundidade
A quem nos governa:
Não esqueçam a humanidade
Merece, quem os vem sustentando
Com tamanha bondade

Daniel Costa


quarta-feira, 5 de maio de 2010

Poema




EU AMO VOCÊ

A frase - eu amo você
Deveria ser eterna canção
Tem vocábulos bonitos como se vê
Amar todo o mundo é profundo
Gostar será mesmo amar
Comecemos por nós e estaremos certos no rumo
Dirigir a frase um qualquer humano
É um ideal a cultivar, é certo, é sumo
Eu amo você
Como você deverá amar, no fundo
Se você se amar, ama cada um bem se vê
Como a frase é simples de pronunciar
Como cai bem o, eu amo você!
Com todo o semelhante
Não haver preconceitos
De todo o universo ser amante
Devemos sempre amar e fazê-lo soar
A cada semelhante, em cada instante
Aparecerão os que invejam
Que importa! Estamos a dar exemplos
Aos desajustados que também o desejam
Mostram que não se amam a si mesmos
Desejemos-lhe o que almejam
Eu amo você, digo com fervor
Que o mundo e todos assim amem e desejam
Amem a si mesmos
O trilho para, que amar e gostar vejam

Daniel Costa

domingo, 2 de maio de 2010

Poema





POEMA OÁSIS

Numa outra galáxia a viajar
Parecia estar noutro país
Seria a sonhar?
O país parecia do outro mundo
Parecia ser governado por talassas
A quererem levar o país ao fundo
No desértico calor havia quem avistasse um oásis
Naquela galáxia havia incongruentes
A quererem mostrar prosápia de audazes
Na galáxia avistei outros países
Seus senadores menos vorazes
Escutavam o saber do povo
Governar com e para ele tentavam ser capazes
O oásis era uma grande miragem
Uma visão que depressa se escapou
Na invernosa, poderia dizer calamitosa
Era a derrapagem que por artes demoníacas passou
Naquele oásis de sonho balofo a parecer moderno
O povo mais autonomia perdia
Mais uma vez os rapazes não mereceram o Inferno
Guardavam as benesses que entre si distribuíam
Promoviam o futuro num mundo moderno
Onde a vida para muitos
Teria um futuro cinzento como dias infernais de Inverno
Banalidades, mesmo insanidades
Acabarão no eterno
Se soubermos deixar bons exemplos
Formar a sociedade dum mundo verdadeiramente moderno
Onde não seja necessário sonhar com outra galáxias
Ou com fogos fátuos do inferno

Daniel Costa

SELOS OFERECIDOS PELA AMIGA SARITA, DO BLOG SAM, A QUEM FICO GRATO. REPASSO AOS AMIGOS.