MANHAS
Nada de confusões
Não pactuemos com falsidades
Manhas semeiam ilusões
Não confundamos manhas
Com mundos atraentes
Com radiosas manhãs
Manhas podem ser isco
Para cruéis patranhas
De mentes infiéis
Pouco ou nada humanas
A desumanidade e a maldade
Podem esconder,
Por vezes escondem mediocridade
No universo profundo
Neste de putrefacta insanidade
Onde entre inteligente bondade
Passa incólume e encoberta
A patranha fruto da mediocridade
Sagazes inteligências
Não servem alinhamentos de indignidade
O mundo apresenta-se louco
Tanta manha, tanta desumanidade
Devemos reflectir um pouco
Dizer com profundidade
A quem nos governa:
Não esqueçam a humanidade
Merece, quem os vem sustentando
Com tamanha bondade
Daniel Costa





