A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

POEMA MEU AMOR


MEU AMOR

Em especial amo uma flor
Dos jardins adoro todas as flores
Está como num jardim o meu grande amor
Quando vejo e reparo no andar dela
É como se visse do mundo o esplendor
Esbelta e feliz figura
É assim a finura do meu amor
Parece transportar a alegria
Tudo o que me faz feliz, todo o ardor
Como é bom sentir a felicidade de amar
Sentir a felicidade do amor
Podermos viver
Num mundo sem a sombra do pudor
Viver no regalo de um jardim
Onde reside paixão e calor
Há sempre um regozijo de forte paixão
Quando vejo deambular o meu amor
Não sei definir o que passa por mim
Quando observo a flor,
A mulher no seu andar belo e esbelto assim
O seu olhar sensual e terno
A esbelta figura parece viver
Para que o mundo se me torne eterno
Como amo viver neste mundo de paixão
Neste mundo moderno
Onde pode haver muita ilusão e calor
Só de ver a bondade do teu coração
Obrigado meu amor

Daniel Costa


terça-feira, 4 de janeiro de 2011

POEMA SOLIDÃO


SOLIDÃO

Não desdenhem da minha opinião
Aquilo a que chamamos a nossa alma
Passa por muitos estados, entre eles a solidão
A solidão, a própria, dá-se quando a pessoa sente um vazio
Falta uma companhia, sente esse vazio com certa razão
Porém o desejo de estar solitário pode assolar
Assolar, em muitos casos o coração
Pode ser desejo e paixão, de amar
Estar com o par mais num acto de pura solidão
Será uma forma de estar
De se fundirem duas almas em pura paixão
Solitário pode não ser o mesmo que desacompanhado
Quantas vezes, se vagueia solitário no seio de uma multidão
Nesse estado se pensa um poema
Um tema que depois é escrito na extrema solidão
Comigo aconteceu estar menos solitário, só
No descampado, rural, que fazendo parte de uma multidão
O facto, é que no meu mundo aprecio muito o amor
Se gosto de períodos de solidão prezo o amor e a união
Este mundo pode parecer complicado
Mas não, podemos sempre equacioná-lo em solidão
Compreendê-lo no seu todo
Compreender que as pessoas devem ser como são
Formando um mundo a merecer
Que apreciemos e amemos todos os humanos então
Somos convidados a fazer parte do mundo
Amemo-lo, ainda que solitários, sempre com paixão

Daniel Costa


domingo, 2 de janeiro de 2011

POEMA CABO CARVOEIRO




CABO CARVOEIRO

Rodei na subida ao outeiro
Quis sentir o cheiro forte da maresia
Ali na ponta do Cabo Carvoeiro
Num dia de Verão para um mundo avistar
Bastantes turistas que ali davam nas vistas
Um mundo novo a explorar
Para a ilha da Berlenga
Mais o ilhéu dos Farilhões avistar
De toda a costa sul de Peniche
Tanta terra, tanto mar
Traineiras com pescadores
Na sua faina pela vida a lutar
E o cabo Carvoeiro tão tranquilo
Enquanto as visitas daquele lugar
Ficam deslumbrados com tudo aquilo
Pronto com as suas luzes e sirenes, que troarão
Para avisar a mudança da natureza, outro altar menos tranquilo
Com mundos de Verão infinitamente bonitos
O sonhar no meio de tanta beleza das mudanças do mar
Quando chegam dias de invernia infinitos
Quem mora em terra perto
Não precisa ser tão perto assim, para ouvir urros esquisitos
Avista a beleza que proporciona a natureza
Valha-nos a Senhora da Boa Viagem ou a dos Aflitos
Ondas de cerca de trinta metros
Batem estrondosamente chegam longe como fossem gritos
A meter respeito a avós, filhos e netos
Sem mácula de pecado, não há engano
Bate o mar nas rochas que circundam o cabo Carvoeiro
Ao longo de milhões de anos foram-se moldando
De formas interessantes, felizes num belo desconchavo
Sempre serenas, como um novo mundo amando

Daniel Costa