A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

POEMA AMOR DE CARNAVAL



AMOR DE CARNAVAL


Partidinha do deus baal?
Nas hortas de Iracema
Amor de Carnaval
Que atrai o mundo, por sistema
Saúda-se o amor, não o mal!
Nos podemos socorrer da garota de Ipanema
Do sambódromo, fenomenal!
Tudo passa leve, até o mister fonema
Comigo vem o Chéchés num coro invernal
Disfarçada, a condessa de Avincena!
Amor de carnaval
Em representação da rádio galena!
Ao hortelão confiou mostrar-se banal
Animada participava da reinadia cena,
Certeza que o seu condado, continuaria real
O disfarce, a melena!
Amor de carnaval
Parecia galáxia terrena
Que misturara! Até me vi de bornal!
Uma horta, de largura, a parecer pequena
Num outro hemisfério, época de vigília sazonal
Sonhava, por uma mulher serena
Um anjo a parecer enviado de clima tropical!
Me valeu, me inspirou a conhecer uma tal pequena
Entre galáxias, onde também se jogava o carnaval
Numa horta de verde, parecia de luz de cena!
Amor de carnaval
Me apaixonei pela sua pose, pelo sistema
Simples, o colorido, o verde, manancial
Como superfície amena
Já em atmosfera terreal
Saboreava o sonho de verbena
O especto de anjo, em jeito divinal
Me apontou de voz serena:
- Mira o teu amor de carnaval
O que observaste, via extra terrena!
Era afinal a tua deusa real,
O teu amor de carnaval!

Daniel Costa




terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

POEMA SOLSTÍCIO DE VERÃO




AMOR DE SOLTÍCIO DE VERÃO




Cismava na mansão
Poesia sentida!
Amor de solstício de Verão
Assim é a vida!
Cismada, ou sentida na sofreguidão!
Eternamente vivida,
Em erupção,
Sentida sem peso nem medida,
Com muita imaginação,
Sonhada como contrapartida,
Vocação?
Vocação assumida?
Será assim para lá do sertão?
Orientação reunida
Amor de solstício de Verão
Sonho à medida?
Sim ou não?
Acudiu o meu anjo, a evitar recaída,
Senti a intromissão,
Não a subida!
Do frio, me vi no calor em antevisão
Em pouco voava na galáxia preferida:
- Doce ilusão?
Ilusão desmedida!
Num belo amarelão
Bela mulher vestida!
No planeta terra, estilista, seria a versão!
Exibia a pose de gaiata vivida,
Majestoso parque, onde chamava a atenção,
Que batida!
Na minha pulsação, que alteração!
Mais nada sei dizer à partida!
Acordava do meu, do meu sonho de Verão!
Que sonho! Que mexida!
Mais uma vez o anjo me estendeu a mão
Aí tens – Olha bem a tua diva!
Olhar de sensação!
Divina!... Suspirei, seria prenda merecida?
Amor de solstício de Verão,
Que emoção!...




Daniel Costa





sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

POEMA MOR DE AMOR


MOR DE AMOR 

Grande paz interior
Viver um amor de verdade
Poder designar amor, por mor
Mostrar carinho na intimidade
Será como louvor,
Carinho de verdade,
Verdadeiro amor!
Podemos dizer amor de dignidade,
Podemos pensar em esplendor,
Esplendor exemplar para a humanidade!
Sonho meu, pensamento de valor?
Meu anjo surgiu e aprovou a equidade
Desejei um mundo, de eterno amor,
Mundo de amor e igualdade,
O anjo me ordenou ver o valor
Noutra galáxia, noutra mentalidade!
Mor de amor
Amor de permanente fidelidade,
 Voaria entre nuvens em clamor,
Vi muita luminosidade
Bonita mulher Deus Senhor!
Teu anjo me atribuiu sagacidade!
Por ela traduziria o amor em mor!
Conquistaria a felicidade!
Que beldade, que fervor!
Acordar não evitava a veracidade,
Escutei o anjo sorrir de benesse a favor,
O dedo apontado sobressaiu, que felicidade!
Ali estava a branca mulher flor!
Pude gritar, mor de amor!
Mor de amor!
Mor de amor! 

Daniel Costa