A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

POEMA AMOR DE FESTIVAL







AMOR DE FESTIVAL

 Observamos um pedestal,
Depois a grandiosa estátua
Amor de festival,
Que o amor acentua
Algo federal,
Que o vulgo não preceitua,
Mas o preza uma qualquer capital
Até na era da Duquesa de Mântua
Haveria uma sala oval
Ficaram na memória, outros a tocar a lua
Olhei a montagem duma sala do arraial
Não do Conde de Andeiro que a história acentua,
Sim a de uma mulher, beleza fenomenal
No seu vestido de gala, verde garrafal
Admiração perpétua!
Catering, para montagem original
Como o mundanismo atua
Visão transcendental
Nossos olhares se cruzaram em ideias mútuas
O eterno aflorou na minha mente, não como factual,
Imaginei ali encetar uma vida de amor perpétua,
De disposição noival!
Que sempre o amor impactua
Amor de festival
Eu, ela e a lua!
Amor raro de festival
Aberto, reto, sem precisar de gazua!
Amor de festival!

Daniel Costa



 

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

POEMA AMOR DE BRILHO





AMOR DE BRILHO  

Dois anos o amor foi trilho,
Trilho encantador
Amor de brilho
Aos deuses louvor
Em tudo na vida, há sarilho
Ainda que não feneça o amor!
Sempre havemos encontrar espartilho
A desejar ensombrar o esplendor
 O amor não é milho!
É uma semente de duo empreendedor
Amor de brilho
Interpretado a rigor
A levar de vencida qualquer caudilho
 De olhar, aparentemente, não sofredor
Ela olha o mar, como quem olha um filho
A mulher de óculos escuros, desejando justiça sem dor!
A rocha de calcário a emoldura como caixilho
Aquela mulher amor mostra seu valor
Amor de brilho
Seu olhar vencedor
Tem o mar, como um estribilho
Espera e superará sem fragor
Amor de brilho!
 
Daniel Costa
 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

POEMA O AMOR O E OTIMISMO



O AMOR E O OTIMISMO 

Amar é intimismo
Assim deve ser entendido
O amor e o otimismo
Dualidade, em resumido
Verticalidade, determinismo
 Humanismo assumido
Solidariedade e lealismo
Depois do amor já vivido
Digo não ao conformismo!
Amor eterno como o amido
Estoicismo!
Sem lamento ou prurido
Sempre presente o dinamismo
A transmitir um sentido
À mulher que luta pelo moralismo
A mulher que espreita um mundo mexido,
O mar se espraiando com metodismo
Entre as rochas o escuta sem rugido
O entende como simbolismo
Acariciando a areia, embevecido!
Pensa na lua cheia, com fé e otimismo
Espera, sem se tornar um ser enraivecido!
Ainda que, espere a justiça ser feita ao imoralismo,
Como foi consabido!
O amor e o otimismo,
Esperam a justeza de acabar com a idiotice, ato atrevido!
O amor e o otimismo!

Daniel Costa