A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

sexta-feira, 27 de abril de 2018

POEMA AMADA AMANTE I I

 



AMADA AMANTE I I



Amada amante

O nosso amor

Havemos de consagrar

Na igrejinha de Santo António,

De Santo António,

Da rua do Vale,

Do vale de Santo António,

Onde há a tradição,

Que o Santo ali nasceu

Que o milagre do amor,

Do amor ali ocorreu,



Amada amante

Terno e eterno amor

O nosso amor

Havemos de consagrar

A Santo António,

 Não iremos à Catedral da Sé

Fica claro, olaré





Lá na rua do Vale,

Olhemos bem a antiguidade

Da Lisboa de outras eras,

Terno e eterno amor,

A humildade em esplendor

Terno e eterno amor,

Atrás de Alfama,

Onde passou a moirama

Onde nasceu o fado,

Amada amante,





Amada amante

Terno e eterno amor

O nosso amor

Havemos de consagrar

A Santo António,

 Não iremos à Catedral da Sé

Fica claro, olaré



Daniel Costa


NOTA: este poema foi escrito, a pedido, com a intenção de vir a ser letra de canção.