A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

segunda-feira, 28 de junho de 2010

POEMA GALÁXIA PARA AMAR



GALÁXIA PARA AMAR

Olhei a luz do luar
Sonhei e bastante meditei
Porque não encontrar uma galáxia para amar?
Então veio à mente
Suave e de mansinho, diria devagarinho
Depois num repente
Ocorreu-me a mitologia
Entre muitas figuras
Um Pégaso havia
Porque não recuperar o que teriam sido loucuras
Ainda nem se pensaria em Bartolomeu de Gusmão
Nem na sua Passarola Voadora na insistente procura
Menos no balão
Experiências continuaram
Até chegarmos à era do Foguetão
Sempre se amou
Se manteve o sonho e a ilusão
Podemos tentar chegar a outra galáxia
Onde possa haver novo amor de paixão
Vamos tornar mais alvo o amor
Onde se possa lutar por uma mais salutar união
Onde não haja perversidades
Onde chegue o luar da satisfação
Para todas as idades
Tentemos aceder a outra galáxia
Talvez cruzar o espiritismo
Lutemos pelo sonho de um mundo recto
Evitemos o abismo
Um mundo sensato e melhor,
Sonho de amor e não lirismo
Colonizar outra galáxia
Sonhos de amor ainda que num mundo do espiritismo

Daniel Costa


sábado, 26 de junho de 2010

POEMA FESTA DA VIDA


FESTA DA VIDA

Com mente honesta
Jamais tenhamos receios
A vida vivida é uma festa
Festa da vida como em recreios
Queria contar esta
Completo, a vinte e seis de Junho de 2010, dez anos
Perguntarão: Como?
Responderei: Não há enganos
Faço-os na minha segunda encarnação
Já que serei das almas raras
A ter neste século uma ascensão
Adoro a vida
Aconteceu milagre, devo ter ainda uma missão
Sempre procurei a verdade
Sem maldade, terei nascido para criar desunião
Assim parece, será o meu optimismo
A estabelecer a desunião?
Não haverá rotura com o pessimismo?
Nos meus novos dez anos
Um milagre, não devia suscitar humanismo?
Apesar de tudo, sempre darei graças à vida
Não criei o abismo
Mas se nunca estive triste
Também nunca vivi de lirismo
Quem não deseja amar
Participar do meu grau de optimismo
Me deseje todo o mal do mundo
Poderá contribuir
Para um gosto de viver mais profundo
Amar sempre a humanidade, o universo
Aceito o desafio, a minha glória será essa
Deixar passar um modo perverso
Uma mentalidade complexa
Dez anos mais, a irmã morte me concedeu
Agradecerei, minha glória será sempre expressa
Viverei, não abdico do meu eu
Enquanto a vida me for consentida
Os deuses deram-me segunda oportunidade
De os louvar com a festa da vida
Viverei com fraternidade

Daniel Costa

LOVELY AND LOYAL AWARD


tive muito prazer em se honrado em recer este selo de Ana Martins, que considero amiga, do blog Ave Sem Asas.
Fico extremamente grato e como para exibir o selo é necessáro nomear cinco amigos, vou seguir o seu critério de tentar lembrar os visitantes mais assiduos,  passando a nomear:

Valenita
Renata
Angela
Sarita (Sam)
Everson

Outros visitante mereceriam a distinção, como têm a minha estima, mas todos sabem das limitações que as regras impõem.



NO MEU BLOG "FILATELIA / FRANQUIA ", HÁ CERCA DE TRÊS DEZENAS DE SELOS POSTAIS COMEMORATIVOS, DA FASE FINAL DO CAMPEONATO DO MUNDO DE FUTEBOL, REALIZADO NA ÁFRICA DO SUL, INCLUSIVAMENTE UM DO BRASIL E DOIS DE PORTUGAL. CONVIDO A VISITAR.


quinta-feira, 24 de junho de 2010

POEMA TRAGICOMÉDIA


TRAGICOMÉDIA

Há quem faça da vida tragédia
Passa por ela como por uma desgraça
Porque não inventar dela uma tragicomédia
A magia até tem graça
Vivamos com amor e tranquilidade
Alguma cena ruim com o tempo passa
Se a olharmos mais como tragicomédia
Momentos haverá que a vemos como ave que esvoaça
Olhem: Ali anda ela despreocupada em círculos
Vejam a sua sensatez cheia de graça
Reparando bem, a vida é híbrida
Como uma tragicomédia que em representação passa
A hibridez a tornará menos insípida
Como actores saibamos esperar os momentos de graça
Viver é como fazer parte de uma peça
Há que ter de esperar a deixa da viragem
Que o actor nunca se esqueça
Saber viver não é adiar a boa aragem
Lutar para que o bom lance aconteça
Não é esperar sentado
A lamentar a ausência
Olhando a miragem do rei desejado
Tragicomédia
Se a soubermos interpretar
Saberemos integrar o tempo de comédia
A vida terá muito de indómito
Saibamos vivê-la sem a ver como tragédia
Que seja dura e de passos ruins enfim
Terminará sempre em comédia

Daniel Costa