A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

quarta-feira, 27 de junho de 2012

POEMA SEIOS DE MULHER


 

SEIOS DE MULHER

Desfolho um malmequer
Sendo tímido, vivo assim
Para melhor reparar nos seios da mulher
 As mulheres, para mim, são uns amores
Seus seios são as flores, a sua atracção super
Olhamos flores como um fim
Seios de mulher
Olhá-los é ver miríades de flores
Escolher as que se gosta e quer
É procurar a felicidade
Indícios de verdade nos seios da mulher
Se observamos com maturidade
Desde tenra idade com terno prazer
Vemos diversas formas
Seios de mulher
Se gostamos, que fazer?
Temos de homenagear
Com um sorriso de sonho, o dever
Dessas há formas de maçã
Um sonho de seios de mulher
Mais apreciados, os avantajados
Talvez não por um homem qualquer
Serão descaídos, em forma de pêra
Seios de mulher
Não são quimera
Qualquer enciclopédia os refere
Olhá-los, para a saúde dizem ser bem
Seios de mulher
Olhemos essas flores
Desfolhemos o malmequer!
Transformemos o mundo em jardim,
Enfim… olhemos os seios da mulher

Daniel Costa






sábado, 23 de junho de 2012

POEMA SÃO JOÃO


 



FESTAS DE SÃO JOÃO

Num destino então!
Todo o nordestino
Fica em festa pelo São João
Têm fama as festas de Campina Grande
Levados pela emigração
Os Santos Populares, as sua festas,
Tornaram-se manjar de em povo folião
A Campina Grande, cidade do interior da Paraíba
Se ufana da tradição,  de ter do mundo o maior São João
No mesmo Estado brasileiro, cito Santa Luzia
Cuararú deseja ter parte de leão
Em Pernambuco está essa cidade
No nordeste em Junho, comanda São João
Naquele grande espaço agreste
Reina o forró e a sanfona do baião
Os nordestinos, desde meninos
Têm pelo Santo enorme devoção
Os profanos festejos juninos, são desejos
Desejos de mostrar gratidão
Em dois mil e doze,
É muito recordado o baião
 No centenário seu rei, Luiz Gonzaga
O famoso grande folião
Que exortava a alegria na secura,
Evitando o tristeza no sertão
Como não podia deixar de ser, por tradição, reina,
A figura da Maria Bonita e o seu Lampião
Não pode ser esquecido o facto
Ter sido a emigração
A implantar ali o culto aos Santos Populares
Dentre eles São João
Não se menospreze a folia no Porto,
A vivacidade e a animação
Bem composto programa para todo o mês  
Como o nordeste do Brasil, talvez não
Só na real passagem vinte e três – quatro
Há muito vigor e vibração

Daniel Costa





sexta-feira, 22 de junho de 2012

POEMA MEU REI


  

Sony Music/ Divulgação
MEU REI

Há coisas reles direi
Um dia Minerva rainha
 Disse-me: olha meu rei!
Quisera, não fosse jogo ou quimera
Ser rei pode ser de coisas banais, eu sei
Vou contar uma história:
Ainda não a contei
A história que trago na lembrança
Mencionava um poderoso rei
Dela fazia parte o príncipe
Se Minerva sabe? Como saberei?
O príncipe vivia no castelo doirado
De triste, nem parecia filho de rei
O pai rei, já sofria de ver o filho triste e amargurado
Mandou chamar adivinhos, sabedores de lei
Como resolver o teorema?
Disseram ao rei e a vocei
 Bastaria o príncipe vestir a camisa de um homem feliz
E ressuscitaria um novo homem rei
 Poderoso, o soberano decretou:
Por todo reino emissários em procura enviarei
E logo todo o reino revisto foi
Lá nos confins, pastor simples, tu sabes e eu sei
Fazia trinados na sua flauta pastoril
Em sentido figurado, escutei
Perguntado se era feliz!
Pois feliz com o meu rebanho, viverei
Quanto queres pela tua camisa?
Pede o que quiseres, ordens do nosso senhor rei
Sabes a resposta Minerva?
Sou feliz assim: nunca tal peça usei!...

Daniel Costa