A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

POEMA CHEGOU EM SURDINA



CHEGOU EM SURDINA  

Catita e traquina
Em elo forte se tornou,
Chegou em surdina
Como oiro azul ficou
Como uma doce menina,
  Os dias do meu viver doirou
Terna e doce toxina,
Receita que me salvou
Bela e terna enzima,
O meu viver adocicou
Bola de platina,
O meu espírito povoou
Altura divina,
Na vida o meu ser adotou
Luz forte de vitamina,
A que o meu eu se apegou,
O carrossel que me anima,
 Meu coração tocou
Chegou em Surdina!

Daniel Costa

 

 

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

POEMA ENCONTRO COM A LOUCURA




ENCONTRO COM A LOUCURA  
  
Olhei de viés a floricultura
Me deparei com a flor
Encontro com a loucura,
Modo de não sentir dor,
Seria ternura?
Imagina Senhor!
A loucura, num tapete de verdura!
Seguia no meu corredor
A senti bem manifesta na altura
Andando para lá, para um arredor,
 Voltando para cá, idêntica secura
Outro personagem, o mesmo fio de desamor
Encontro com a loucura!
Olhei, um arbusto, o mundo em flor!
Imaginei a doçura,
Que deveria ser do mundo ardor,
O modo de minorar tanta loucura,
Deus do céu; Senhor!
Vem cá abaixo exigir brandura,
Que se acabem as causas deste horror!
Encontro com a Loucura! 

Daniel Costa


 

quarta-feira, 30 de julho de 2014

POEMA BRANCO E NEGRO



Até há cerca de cinquenta, era no prédio vermelho, à esquerda que existia o Café Lisboa, que deu origem ao título do meu primeiro livro: LISBOA CAFÉ. Em frente, na embocadura, o Parque Mayer, tudo de grandes tradições, onde funcionavam vários teatros de Revista à Portuguesa, onde atuaram bastante artistas brasileiros, por temporadas,
Comecei a trabalhar na Ginjinha Avenida, no mesmo prédio de Café Lisboa. A razão do título.


BRANCO E NEGRO   
Posso dizer íntegro
Do meu livro “Lisboa Café”
Branco o Negro,
Capítulo a tanger como oboé
O futuro escritor integro,
Recordo; em epígrafe!
Da recordação me alegro!
Trilhava o caminho da contrafé
Branco e Negro,
Editora de boa-fé,
À decoração, a taça ainda; ergo!
Lisboa Café…
Lisboa Café…
Lisboa Café!...
Belas – Nuances - Enxergo!
Quantas de má-fé?
Branco e Negro!
Lisboa Café!
Ao trocadilho, me vergo,
De Café Lisboa, pois é!
Branco e Negro!
Acorram em procura da história que encerra o livro Lisboa Café!
Vale senhores Montenegro? 

Daniel Costa