A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

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domingo, 26 de outubro de 2014

POEMA A ESPERA E O DESEJO



A ESPERA E O DESEJO

O luar será o ensejo
Olhar a lua e o seu brilho
A espera e o desejo
Pensamento de pecadilho
A imaginar um promiscuo beijo
Lascivo rastilho
Com os deuses me protejo
O luar é o meu estribilho
Grande amor; almejo
Brilhante sem sarilho,
A espera e o desejo
Percorro em certo trilho
Tentado abraçar o luar que vejo
Num eterno trocadilho
Para que o luar, que invejo,
Jamais o veja como espartilho,
Para amar a lua, não pestanejo
Não deixo o luar, meter sarilho
Amo de antemão, até no Brejo
De luar, o amor polvilho
A espera e o desejo,
Ternamente; como pirralho,
A espera e o desejo!

Daniel Costa
 
CAPA DO MEU LIVRO, "TOP SECRET OLAVO" , A GRANDE LIÇÃO HISTÓRICO -
GEOGRÁFICA, PARA PORTUGAL E BRASIL. UM LIVRO DE QUE BRASILEIROS E PORTUGUESES BENEFICIARÃO, POSSO GARANTIR.
 

 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

POEMA AMOR DESEJADO

 

ENCONTRO DESEJADO

Encontro desejado
Algo como um domínio de Primavera
Num espaço sideral, um ser amado
Um encontro que se espera
Dum amor radicado
Quiçá uma quimera!
Era em sonho, não pareceu facilitado
Apareceu-me, com se fora noutra era
Encontro desejado
Do sonho explicar não sei, mas o anjo viera
Não apareceria extenuado
Eis-me, como que, em procura da Primavera
Eis que, no sonho senti-me alado
Como o Santo de Assis, seria capaz de domar uma fera
Me dedicaria com meiguice a seu lado
Minha vontade era vera
Voando, percorria outra galáxia via o jardim amado
 Vi flores, muitas flores e uma mulher a parecer sincera
Encontro desejado
O cheiro das flores, anunciavam ali Primavera
Com elas o ser amado
A caravana, sob o comando do anjo me espera
Vejo o franco sorriso da mulher, petrificado!
Afinal não era mesmo quimera!
Amor desejado
Acordei já não via Primavera
Mas, o sorriso, as flores e o amor desejado
Foi sonho de outro mundo, de outra esfera
Acabei por merecer o amor desejado
Nesta minha nova era
O amor estava a acariciar-me a meu lado!

Daniel Costa




domingo, 23 de setembro de 2012

POEMA AMAR É DESEJAR VIVER

 
AMAR É DESEJAR VIVER 

 Desejo de o mundo correr
Aportar a mais do que um hemisfério
Amar e desejar viver
Seja num mundo sideral, em diferente império
Ainda que a outra galáxia fosse ter
O meu anjo me pareceu ter auscultado, não era despautério
Amar e desejar viver
Num mudo mais sério
Já estava o milagre a acontecer
Voar noutra galáxia, mistério
Com um céu azul de morrer
O imaculado branco, como se contivesse minério
Com as tintas de azul a metamorfose sofrer
Depois de percorrer tanta grandeza de céus, qual critério
Uma mulher vestida de imaculada alvura, um prazer
Depois pareceu mistério
Amar e desejar viver
Desapareceu, o fino diamante, naquela galáxia
 Se desfazia, era a qualidade do minério!
Porém havia de ser
Olhando ao lado uma mulher, outra flor, junto era supor, outro mistério!
Amar e desejar viver
O sonho findou, no meu “império”
O meu anjo, ainda me assoprou, por amor, deixas de sofrer
Olha bem! A teu lado esquerdo, a tua mulher mistério!
Ama-a, vive  sem prepotências e deixa viver
Deverás continuar o teu critério:
Amar e desejar viver!

Daniel Costa



quarta-feira, 19 de setembro de 2012

POEMA A PAGA DO AMOR

 
A PAGA DO AMOR

A paga do amor
Com ela o amor se enobrece
A tocar o infinito, como um louvor
Louvor a quem merece
Porque ama com altruísmo, com fervor
Nunca se esquece
Que assim trata com elevação o amor
Pensar assim, para muitos, será lirismo de quermesse
Mas não! Será elevação de penhor
Me rezava o meu sonho de benesse
Ao anjo, já infalível, Senhor!
Não  posso saber, talvez com uma prece
Me fez elevar assaz, como anjo sedutor
À galáxia com o poder que exerce
De rompante numa pedra de roseta, com doce amor
Voava em ”souplesse”
Num firmamento encantador
Uma mulher junto a uma capelinha, em benesse
Se doou, se esfumou, em paga do amor
Olhei para o lado, mar e pedraria, mais amor parece
Terminava o verdadeiro sonho era a paga do amor!
O meu anjo que soubesse
Estava junto a mim uma mulher. Uma bonita flor
Elevando as mãos aos céus, orei feliz, como se outro dia não houvesse
Era em efectiva doação - a paga do amor

Daniel Costa




segunda-feira, 17 de setembro de 2012

POEMA AMOR FORA DO TRILHO


AMOR FORA DO TRILHO

Que monumental sarilho!
Se não fora optimista
Nunca sentiria amor fora de trilho
 Colmato fingindo-me de equilibrista
O meu anjo especial apareceu com brilho
Trazia-me em alternava uma pista
Traria o amor fora do trilho?
Sonhava como um artista
Sentira-me do deus do anjo filho
Veloz, pelo firmamento à conquista
Do amor fora do trilho
Não rezava assim a lista
Com amor, com mente de fino brilho
Dois cavalos alados com um riquexó na pista
Amor fora do trilho,
Amor á carta ou à lista
Para deixar de ser sarilho
Passando a ver verdadeira e feliz conquista
Amor fora do trilho
O riquexó parou, onde acabava a pista
 Junto a uma espécie de portal, uma mulher de brilho
Beleza que se esfumou, pareceu não querer ser vista
Amor fora do trilho
Olhando para o lado: a conquista
A pedra e o olor que o olfacto sentia verdilho
Várias flores e a esbelta flor mais o sabor em lista
Em primeiro plano, a dominar. laranja milho
Sonhava que vivia na galáxia uma feliz conquista
Amor fora do trilho,
Acordava no planeta terra, o amor à vista
Por acreditar no romantismo sem espartilho
O meu anjo me proporcionou a felicidade evolucionista
Amor fora do trilho

Daniel Costa



sexta-feira, 14 de setembro de 2012

POEMA AFRODISÍACO ELIXIR DO AMOR


AFRODISÍACO ELIXIR DO AMOR

As mais velhas virgens do Senhor
Sonhando, falaram do tema afrodisíaco
Afrodisíaco elixir do amor
O sonho parecia-me idílico
Seria o sonho, um hino aos deuses louvor?
Na essência do meu sonho o anjo gentílico
Guardava-me com fervor
Com espírito de me fazer voar a ler cirílico
O anjo de asas me dotara com esmero e pundonor
E breve trecho dois corcéis num outro ambiente labiríntico
Afrodisíaco elixir do amor
Os corcéis como telecomandados com essência algo alquímico
Provavam o seu ardor
Na galáxia, pareciam no jogo olímpico
Era na esfera do amor
Parara, sem se supor num horto, a parecer Olimpo
Uma mulher posava a sua beleza, de deuses favor!...
Que fazer? Apaixonado me sentia e sinto!
Talvez, comandados pelo anjo, este sentia um temor
Os corcéis cujo fim seria voar, esperaram, pressinto
Ao longe, a imaginação era pendor
Sabendo-se que não sei, não minto!
Amei a elegância da mulher: meu anjo protector
Fixação no seu elegante vestido para não dizer o que por ela sinto
Entre os quadros, à vista imaginei um dedicado ao amor
 Jamais alguém, podia pensar estar a minha deusa de Corinto
O meu anjo proporcionara-me o meu doce langor
Para o que sinto
Possuo o quadro do afrodisíaco e elixir do amor

Daniel Costa



quinta-feira, 6 de setembro de 2012

POEMA AMOR TRANSVERSAL

 

AMOR TRANSVERSAL

Porque não Universal?
Porém, o poeta é directo!
É amor transversal!
Sentirá afecto?
Talvez um amor sobrenatural!
Foi sonho, não objecto
Já se tornara normal
O meu anjo chegou, na sua alvura, fazia-me dilecto
Frágil mortal!....
Me alou como um belo insecto
Aos céus me elevou, como se saísse de pedestal
Fui à galáxia directo
Não avistava o final
Os meus conhecidos corcéis, me esperavam, selecto
Esperavam-me e olharam-me por sinal
Comigo voavam em novo trajecto
Porém mantinham o ritual
Alertaram o meu intelecto
A paragem não foi em areal
Avistava uma mulher, rodeada de amarelas flores, em directo
Vista de outro ângulo, a mesma mulher! Estaria ali a amada real?
No sonho gritei: vale-me meu anjo dilecto!...
Amor transversal
Amor… amor… amor! Não objecto!
No mesmo momento, descia em espiral
Logo estremunhado, acordava cheio de amor e afecto
Sem sentir pecado, mesmo venial
Ignorar não podia o que bramia meu intelecto:
Amor transversal
A doce visão da mulher redundou, num pensamento selecto
Oh amor! Amor! Amor transversal!....

Daniel Costa







segunda-feira, 3 de setembro de 2012

POEMA AMOR REDONDINHO


 

AMOR REDONDINHO

Meditei devagarinho
Vivia um sonho de espiritismo
Um Amor redondinho
Seria lirismo?
Ou seria desejo escondidinho?
Talvez secretismo!
Uma vez mais, o anjo se revelou de mansinho
Aceitou bem o meu sentir de espiritismo
Com uma espécie de asas me arrebatou suavezinho
Voava num cuciolo, a tornar real o sonho sem ser abismo
Não era pesadelo, mas feliz amor redondinho
O cuciolo era bike de outros tempos, voava sem snobismo
Na galáxia, sua cor o tornou lindinho
Voando sob estrelas cintilantes, com brilhantismo
Junto a um lago parou, que exalou olor a rosmaninho
Pareceu secretismo
O lago estava rodeado de damas, entre arbustos de azevinho
Cabeças encobertas a manter, como que o espiritismo
Fugazmente, o anjo reapareceu com manto verdinho
Para tudo se elevar ao secretismo
Duas figuras de mulher, pareceram apenas uma só, com sabor a tomilho
O meu coração sentiu um amor de altruísmo
Fiquei enlevado, a minha paixão seria amor redondinho?
Já acordado tacteie, os dedos sentiram amor de romantismo,
Amor redondinho!
Amor redondinho!
Amor redondinho!

Daniel Costa




sexta-feira, 31 de agosto de 2012

POEMA AMOR COMANDADO



AMOR COMANDADO

Dormindo pelo sonho dominado
Pareceu a este sonhador que aconteceria
O amor comandado
Se fosse, o que isso representaria?
Se desejava apenas amar e ser amado!
Em breve o meu anjo apareceria
Sem delongas, eu era alado
No espaço o anjo, pressupor amor me fazia
Agora numa espécie de lambreta, me aparecia
Amor comandado
Voando até um tão inóspito, como bonito mar estaria
De novo apareceu o anjo que com indicador apontado
Eram duas facetas de determinada mulher que ali vivia
Apaixonei-me por ela, logo a elevei a amor idolatrado
A lambreta voava naquela galáxia e refulgia
Amor comandado
Também à mulher refulgir me parecia
Era como se representasse um amor doirado
Aquela mulher interessante, bonita a meus olhos, diria!
Que sonho encantado!
Despontava a aurora, com ela o dia
Eu entusiasmado
O amor, estava ali, parecia magia!
Era o amor comandado
O sonho tinha terminado e eu não temia
O que o anjo me tinha proporcionado
A fazer feliz o amor, ele me ajudaria
Amor comandado

Daniel Costa


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

POEMA AMOR ABRAÇADINHO

          

AMOR ABRAÇADINHO

Podíamos dizer: o amor é bonitinho
Não devemos olhar o mundo como um traço
Porém o amor poderá ser abraçadinho
Devemos abarcar o mundo num abraço
Podemos imaginar um passarito no seu ninho
Metaforicamente, podemos ter coração de aço
Assim sonhava direitinho
O meu anjo me levou a ver a grandeza do espaço
Amor abraçadinho
Sonhava, alado, voava sem embaraço
Chegava à outra galáxia de mansinho
Voando como um poetaço
Já os dois fiéis corcéis, devagarinho
Transportavam-me algo já via, um gesto de abraço
Gesto, talvez de amor abraçadinho
O meu gesto, primeiro foi estreitar um, depois o outro braço
Num mimo, que redundou num miminho
A gaiata não será o que se poderá chamar traço
Eu poeta, aprecio mais o amor maneirinho
Era na praia, que se deu o amor sem cansaço
Frente à imensidão do mar, o meu caminho
Depois o anjo, já evoluía na vastidão do espaço
Eu a levitar, acordava com o amor abraçadinho
Acariciava, aquele regaço,
Por toda a vida continuou o amor abraçadinho

Daniel Costa



















quarta-feira, 22 de agosto de 2012

POEMA TALISMÃ

 
 

TALISMÃ

Sonhava com vivência em cidade anciã
Ao mesmo tempo moderna
Estaria ali o meu grande talismã?
A metrópole parecia-me eterna
A mítica cidade de Amã
 Para que intuísse ideia hodierna
No sonho o meu anjo me vigiava com afã
Em pouco, sem me sentir reserva
Mirava-me para me oferecer um talismã
Já me sentia como numa bonita caverna
Me olhei, me senti galã
Os dois fiéis corcéis e sua estrutura de reserva
Dali voavam em superior dimensão, com olor de hortelã
Era na conhecida galáxia, na dimensão de Minerva
Talismã! Talismã! Talismã!!!
Era então a mulher por que suspirei, de sabedoria eterna
A elegante anfitriã!...
Nitidamente, com os olhos pisquei à maneira moderna
Primeiro, entre flores, como doce irmã
Depois a sua elegância, entre palmas, felicidade – tentativa de união
A anfitriã era a mulher talismã!
Num ápice estava acordado, na minha terrena mansão
Amor! talismã!....
Amor que, para sempre fiquei a senti no meu coração
Talismã! Talismã! Talismã!...

Daniel Costa




segunda-feira, 20 de agosto de 2012

POEMA OVERDOSE DE AMOR




OVERDOSE DE AMOR

Amar deve ser viver com fervor
Haverá permanente e amoroso sentimento
Overdose de amor
Sonhava, estava noutra dimensão
Sentia-me elevar no ar com ardor
 Fora alado para a ocasião
Pelo meu angélico monitor
Alazões me conduziam com visão
Noutra galáxia com perícia e pundonor
Rebocavam moderno trem, me apanharam de antemão
No espaço voava, procurando o luzidio amor
Fixaram uma sacada, ali estava uma bela mulher e ele à mão
Sua serenidade era como a de uma flor
A sabedoria, parecia ser seu pendão
Mulher flor, mulher serena de amor
Mirou-me com muita atenção
O meu anjo protector
Então voou, da mulher ficou fixação
Numa prece ao Senhor
Meditativa mas de curta duração
Aconteceu overdose de amor
Ficou tonificado meu coração
Overdose de amor!....

Daniel Costa