A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

SARINHA FELIZ





SARINHA FELIZ

A felicidade pressupõe humildade
 Assim enxergo os humanos
A quem noto essa felicidade
A humildade existe pressente-se
Em alguém que tem mental capacidade
Sempre tem o dom especial
O inolvidável dom da amizade
Atrevo-me a dizer: a Sarinha é feliz
Embora a seriedade com que fala
Trata dos assuntos, sabendo como os diz
Quem é feliz, semeia a felicidade
Conversar com ela é sentir
Que se fala com alguém delicado
A deixar enorme satisfação fluir
A Sarinha própria sentirá ser feliz
Sente-se quando aborda falar breve da família
Da sua prole bela e bonita
Por vezes expressa esse dom de felicidade
Com uma exuberância catita
Nem sempre na cidade maravilhosa
Mostrando-se mulher ainda mais bonita
Onde a Sam divulga é página harmoniosa
Ali também escreve e sobretudo no Desnuda
 Denota uma erudição curiosa
Aquela mulher bonita e feliz
Tem adventos para mostrar exuberância
Depois mostrar erudição, saber o que diz
É assim a Aquariana Sarita
Mulher amiga agradável, bela e feliz

 Daniel Costa


domingo, 12 de dezembro de 2010


ÂNGELA UMA PÉROLA

Olhar a mulher de singeleza
Se repararmos bem veremos uma pedagoga
Nessa sua singela beleza
Por vezes como todas as mulheres
Pode parecer complicada
Lendo bem as suas prosas
A Ângela é uma Pérola, de complicada não tem nada
Nas suas divagações
Desnuda, mostra o seu íntimo
Relemos e não vislumbramos confusões
Como pedagoga que é
Pensou, extraiu conclusões
Veio mostrando as suas dúvidas
Nunca se terá visto ilusões
Ângela Pérola o que pode parecer é ter timidez
Terá passado por desilusões
Como todos afinal alguma vez
Disso pode ter saido reforçada
A força do querer, estará a acontecer a Ângela talvez
Por terras do Brasil, adivinho São Paulo
A cidade que tem o nome
Do que foi o ateu Saulo
De Ângela uma Pérola se adivinha
Não uma mulher qualquer
Pode vislumbrar-se, como o diz, uma Pérola Marinha
Uma Pérola interessante
Antes, Ângela uma Pérola Rainha

Daniel Costa


quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

POEMA RITUAIS


RITUAIS

Segundo os alfarrábios e anais
A vida sempre se pautou
Sempre adoptou rituais
Tudo o que é vida fervilha
Dos rituais comungam todos os racionais
Todos se congregam
Por espécies, tudo que sejam animais
O homem mostra mais os seus diversos rituais
O que senão, mais sempre houve?
Actualmente, até demais
Como sobreviveriam?
Sem fantasias, sem rituais
E as confrarias dos vinhos
Do bacalhau, da lampreia e as demais?
Das velhas ordens secretas
Que sempre sobreviveram utilizando rituais
A vida dos profetas e de dos apóstolos
Os seus sermões não terão sido actos banais
Pregadores que catequizaram mundos
Não adoptavam rituais?
Sempre foi assim
Os rituais estão, vieram para ficar
Sempre foram eles
A responder presente, para o mundo edificar
Podem ser encontrados em quer acto
No mundo em qualquer lugar
Que seria deste sem os rituais
A amenizar para se comandar?

Daniel Costa