DANIEL MILAGRE

A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

sábado, 31 de outubro de 2020

POEMA CHUVA NA VIDRAÇA I I

 

CHUVA NA VIDRAÇA II

Chuva na vidraça

A chuva esvoaça

Na minha praça,

Da minha varanda

Olho a chuva;

Olho quem na rua passa

Passa apressada

Como se usasse carapaça

Como gaivota em revoada

Fugindo do vendaval,

Riscos no céu traça,

Chove na vidraça,

Chuva de raça,

Olho a chuva,

E quem nela passa

Olhem aquela tela:

- A encarnar uma mulher bela

Que contrasta

Com o mundo fantasmagórico

Que a chuva traça

Olho a linda mulher,

Olho a chuva

Olho a graça…

Chuva na vidraça!

 

Daniel Costa

 

 

 

 

terça-feira, 6 de outubro de 2020

POEMA NASCER DO SOL NA MATA ATLÂNTICA

 

 NASCER DO SOL NA MATA ATLÂNTICA

 

Nascer do sol na mata Atlântica

Nasce como magia quântica

 A brisa do mar e o nascer do sol

O verde da mata exerce magia:

Magia e alegria romântica

O sol do amor, essa fragância…

 É como o amor a borbulhar,

A borbulhar, a flutuar no mar,

No mar de devaneios e paixão!

Nascer do sol na Mata Atlântica,

Nasce como magia quântica;

 Brilho do sol magia romântica

Brilho neste mundo de amores,

Mundo amado, meus senhores

 Onde o astro rei nasce para todos,

Porém, só quem sabe amar,

Sabe ver e interpretar,

A imensidão do brilho do sol,

Que ilumina a Mata Atlântica.

 

Daniel Costa

 

 

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

POEMA COLCHÃO DE MOLAS

 

COLCHÃO DE MOLAS

 

A definição de molas

Alguém a toma por vinho tinto

A vamos antes, tomar por argolas

Mais em jeito de instinto

Em meio de cantarolas

Fado em fechado labirinto

Em redor do colchão, vitrolas

Rodeadas de vinho e absinto

Noite divertida sem violas

Também de animação, não minto,

No calor das ampolas,

Aconteceu a cor do “chá” tinto:

Colorir a cobertura das carolas

Risadas que hoje ainda sinto

Festa é festa - junto ao colchão de molas

O bom tinto animou e…

E para a festa ser completa.

Ali se esparramou

Vinho tinto:

- Colchão de molas.

 

Daniel Costa