
O AMOR DE DÓ DE UMA MULHER SÓ
Amor de dó, de uma mulher sozinha,
Mulher sozinha em banco de jardim
Pensativa e triste a parecer avezinha
Sentada no banco, como em varandim
Parecia hipnotizada por uma doninha
Imaginando-a a coabitar com bruxa ruim
Ou cogitando o sonho de uma adivinha,
Desejando vislumbrar
um querubim
Talvez em forma de brilhante andorinha
Uma sensação, como cravada espinha,
Ao ver a mulher, a flor murcha assim,
Amor de dó, de uma mulher sozinha,
Mulher sozinha em banco de jardim.
Daniel Costa
8 comentários:
indo e triste poema,Daniel! abração,chica
Tão belo!!
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Vida ...
Beijos e bom fim de semana.
Sempre bellissime le tue dediche d'amore
Un saluto,silvia
Nostálgico, sentido e belo poema.
Beijinhos
Maria
Posso imaginar uma mulher sozinha no banco do jardim. Quanta melancolia, meu Amigo!
Uma boa semana.
Um beijo.
Um poema muito bom, no meu entender, amigo Daniel (tanto na forma como no conteúdo). Um canto sobre uma mulher solitária (uma mulher bonita que não devia estar só). Parabéns!
Um abraço.
Pedro
Um belo e nostálgico poema de que gostei meu amigo e aproveito para desejar um bom mês de Outubro.
Andarilhar
Dedais de Francisco e Idalisa
O prazer dos livros
Olhando para a belíssima foto e lendo teu belo e verdadeiro poema (há muita mulher nessa situação), achamos muito triste, mas existe muito disso. Você colocou muita sensibilidade nesse poema, meu amigo! Aplausos!
Beijo, boa semana!
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