A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Poema




Cidade da Riviera, Uruguai, Oblisco à Paz









CELINA

 
Mora na Riviera, não na francesa
No hemisfério sul, outra costa
No Uruguai, outra estância com certeza
A ampla cidade da Riviera
Outra solarenga beleza
Cidade da Paz
Sempre um mundo de singeleza
Beleza tem a Celina, essa concertista
De seduzir, de fazer reflectir com destreza
Mostrar a sua natureza de mulher
Mulher de sentimentos de pureza
Ali na fronteira sul do Brasil
“Habla” a língua portuguesa
Mulher mãe a sua arte a detém
Vive serões a tocar piano
Deseja apresentar forma além
Mulher bela e bonita
Porte atlético, bela mulher mãe
Quando passa, olha-se ninguém dirá
Passa uma alma de fazer germinar o bem
Prende o olhar, ela é um amor
Sempre interessante elegante e bonita
Como uma se fora uma flor
Generosa até mais não
Não se vê, mas observando bem
Vislumbra-se a interessante beleza interior
Essa mulher de quem se gosta
Se acena de perto, há o teclado do computador
Eis a interessante Celina
A mulher elegante e bela, mulher amor
Depois de a conhecer bem
Gosta-se do seu olhar gaiato e sedutor

Daniel Costa





segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Poema



O PRESENTE POEMA ESCRITO COM O ESPECIAL INTUITO DE O DEDICAR A RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO. EIS QUE NO BLOG COLECTIVO "POESIA EM LÍNGUA PORTUGUESA" ONDE A MARTA É PARTE IMPORTANTE, ME ESTÁ DEDICADO UM POEMA DO GRANDE BAUDELAIRE, EMBORA O NOME ESTEJA AUSENTE DO POEMA., RESOLVI TORNAR A DEDICATÓRIA EXTENSVA A OUTRA BELA POETISA, DE NOME MARTA E AO GRANDE PORTO, SEGUDA CIDADE DE PORTUGAL, ONDE TENHO RAMIFICAÇÕES FAMIALIARES PRÓXIMAS.

link do poema que me foi dedicado, que aconselho a ler, a quem gosta deveras de boa literatura poética:

http://blogrenatapoesia.blogspot.com/

Também me apraz dedicar em especial à Marta, o post que diz respeito à excelência do vinho do Porto. Sou o autor do post, digo que valerá a pena ler. Sempre à  disposição no "mundo e vida":

http://mundoevidadaniel.blogspot.com/search/label/Fidalguia%20no%20Porto




BELEZA E ERUDIÇÃO


Encontrar na natureza
Será difícil não impossível
Juntos erudição e beleza
Sempre a imperfeição
Ainda que seja na realeza
Predicados nesta condição
Visíveis invejas, faltas de gentileza
Porque não
Se tenta antes a pureza?
Saber sempre mais
Seria mais sensato ver na sabedoria, mais beleza
Perseguir a justiça e a verdade
Não seria altruísmo de certeza
Mais verdade
Outra verdade, a singeleza
Nessa dimensão, nessa galáxia
Podemos encontrar beleza
Eis o intróito para falar da Renata
Essa mulher de bela singeleza
Há bastantes mulheres eruditas
Como a bela Renata, a Rê
Bastantes mulheres haverá de certeza
Sei eu, como sabe você
Predicados juntos
Difíceis haver explico porquê
É apenas opinião
Baseada no que se sabe e se lê
A mulher não se eleva
Medita-se nos exemplos já se vê
Sem pretensões, pelo que escrevem
Desnudam-se os corações a quem crê
Como se pensa e escreve
Até um deus menor observa e antevê
Cinéfila como a Renata
Como comenta filmes só a Rê
Multifacetada tradutora
Bastantes livros e documentos traduz
No que é Senhora
Opinião formada por inúmeros factos
De eficaz cooperadora
Da diva, da musa direi
Eis uma mulher bela e sedutora
Chama-se Renata, para os amigos Rê
Daniel Costa


sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Poema






POETA EVERSON

Porque não a portuguesa guitarra?
Acaricia o violão
Toca e escreve com garra
Everson esse poetão
Honra Belo Horizonte
Com a sua poesia, estar no serão
Não sobe ao monte
Apregoar no sertão
Os seus poemas de sensualidade
O amor sem sombra de pecado
Atraindo quem ama de verdade
Sem lirismos
Escreve a mostrar a sua humanidade
De belo Horizonte para o mundo
A eterna serenidade
Dirige ao mundo carecido de pura verdade
O poeta ama, adora a mulher
Chega ao seu coração a exalar humildade
Adora-se este poeta roqueiro
Sua poesia podia
Ser ouvida pelo mundo inteiro
O gosto pelo natural
Naturalmente sai do tinteiro
Com tintas de variegadas cores
A convergir, normais
Para o amor sem pudores banais
Do imenso Brasil, de Belo Horizonte
O poeta Everson
Acena com actos belos, naturais

Daniel Costa