A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

POEMA ANÁTEMA


POEMA ANÁTEMA

Parto a escrever um poema
Bastantes ideias me passam pela mente
Seleccionei anátema como tema
Nunca imagino facilidades, nada me desmente
Anátema, pois, não tem olor de alfazema
Porém a vida ainda que de luta insana
Será metafísica ou física?
O anátema será de ordem desumana
Quando apenas se procura dar asas à mente
Se é perspicaz, realiza e faz
De imediato o anátema se sente
A explicação pode ser esta
O mundo apenas deseja baixos alinhamentos
Não deseja sonhos
De quem possa imaginar um mundo de inventos
Deita mão do anátema, convenção
Para amesquinhar a humanidade com tormentos
O anátema será para quem tiver forte coração
Tonificante e estimulante em todos os momentos
Podendo ser sentido como um estímulo
Para realizar e amar, dar asas a talentos
O mundo, como devia ser o de todas as religiões
Seria o de estimular
Humanos talentos e vocações
Para que nunca se viva de anátemas
Jamais se vivam amargas ilusões
O mundo clama, medita e necessita
Do progresso de humana bondade
Que acabe a cobardia!... É nisso que medita e acredita
Com perseverança lutemos
Para que acabem anátemas um dia

Daniel Costa


terça-feira, 16 de agosto de 2011

POEMA SELMA




POEMA SELMA


Serei muito brasileirão
Do Brasil, de Criciúma, recebi convite para um chá
Tenho no teclado, o meu foguetão
Fui e ainda deu para dar um saltinho
À vizinha cidade de Santa Catarina com emoção
Emoção foi estar com Maria Selma
A conversar com uma mulher de sedução
Mulher bonita como uma flor
Bonita a parecer florido o seu coração
Selma confessa-se mística e espiritualista
Não deixa de ter a sua razão
Mulher ecuménica, cuja qualidade é presente
Adora também todo o mundo então
Tudo isto, mais o misticismo
Que parece querer esconder com no seu blusão
Com a sua figura elegante
A sua graça e garridice fazem um vistão
Maria Selma, recebe bem poetas e escritores
Convida-os a um chá e premeia-os, não é uma ilusão
Não será gulodice, mas aprecia conhecer
Conhecer receitas de doces, para os ter à mão
E com eles presentear os seus convidados
Com muita convicção
E também tem prémios
Para as boas confeccionadoras
A Selma mostra assim
A sensibilidade de que é senhora
Foi um prazer, Maria Selma
És a todos os títulos, sedutora
Daniel Costa



sábado, 13 de agosto de 2011

POEMA SUBLIMAÇÃO


SUBLIMAÇÃO

Um bonito luar de Verão
À beira mar com o cheiro da maresia
Será comparável à sublimação
O mundo tem obras onde ela existe
O homem deve persegui-la com animação
É um dever, andar sempre em procura
De torná-lo belo com conceitos de união
Numa luta permanente e tenaz
Tentar sempre lutar pela sublimação
Partindo de um símbolo de amor
Pensarmos que só dispomos de uma geração
Lutemos insistentemente com ardor
Vivendo e amando
Construindo tudo com amor
Ao abrigo da insensatez
Procurar a mola real com pundonor
Que a nossa conduta marque a sensatez
Para que o mundo da nossa geração
Deixe para a seguinte
Exemplos de conduta em comunhão
Que não se entregue mais à desordem social
Não prossiga promovendo essa sensação
O mundo necessita, é de amor
De amor e união
Deixemos o exemplo
Procuremos a sublimação
Que os vindouros
Sonhem com um mundo de amor e paixão
Com e por todos os meios
Procurem sempre a sublimação

Daniel Costa