segunda-feira, 29 de setembro de 2014

POEMA FESTIVAL DE AVIVERSÁRIO


 
FESTIVAL DE ANIVERSÁRIO  

Nacarado de corsário
Sonho de festival,
Festival de aniversário!
Sonho da era medieval,
Sonho de visionário,
Parecendo vendaval,
 Amor destinatário!
Ideia ocasional
Sonho de poeta lendário
Humilde, vertical,
À amada doirar o rosário!
Animação ultra nacional,
A constituir um fadário,
Tudo a parecer real,
À quele anjo comunitário
Parecendo sobrenatural,
De valor extraordinário
De valor, excecional,
Ainda que de prazer diário,
Eternamente, ocasional,
A parecer obrigação de glossário,
Os amores que o digam, afinal,
Consultem o dicionário
Ele e ela vivem unidos num ideal
Festival de aniversário
A merecer o real!
Festival de aniversário,
Ideal de ternura natural! 

Daniel Costa
 
 

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

POEMA A COR DE DELICADEZA



COR DA DELICADEZA

Olhemos a framboesa,
Fruto dessa cor,
Cor da delicadeza
Alegre como o amor,
Do amor singeleza,
De galanteador,
De singela pureza,
Encantos de flor,
A terna certeza,
De feliz embaixador
Cor da pureza,
Canto sedutor,
Requintes de leveza
De apreço merecedor
Da divinal alteza,
Do adivinhável esplendor,
Afável subtileza
O grande vetor,
Toque de rareza,
Personificando rigor
Cor da delicadeza,
Alicerces de ardor
Cor da delicadeza!

Daniel Costa

 

domingo, 21 de setembro de 2014

POEMA CONCEITOS DE PUREZA



CONCEITOS DE PUREZA   

Miremos a nobreza,
Com justiça e rigor
Conceitos de pureza
Até com intenso amor
O que nunca exige riqueza,
Porém, transparência de valor
Intenso brilho e clareza
Ambiente brilhante, difusor
A conduzir à leveza
Obra de escultor,
De escultor de fina grandeza
Para sempre vista por cultor,
Observada com clareza,
Formando esplendor:
- Conceitos de pureza,
Beleza, ténue transparente cor,
Efeitos de gentileza!
Que o coração ama com louvor,
Simplicidade e fortaleza
Firmeza e honor!
Conceitos de pureza!
Porque não de amor?

Daniel Costa


quarta-feira, 17 de setembro de 2014

POEMA FANTASIAS E TENTAÇÕES



FANTASIAS E TENTAÇÕES 

Não se vive de ilusões,
Nem de fingir amnésias
Fantasias e tentações!
Olhemos as maresias,
Suas regulares rebentações,
Sem predominância de ânsias
Pérolas em gestações
Luares como poesias
Fantasias e tentações!
Onde predominam teimosias,
Assaz precipitações
Alfobre de ironias!
De transmutações,
Em vista das falésias,
O mar executa as suas rotações
 Calmo, tranquilo, sem heresias
Pérolas de lições,
Olhemos as suas cortesias
Sem variações
Nos deixemos de fobias,
De fantasias e tentações!
Vivamos sem asfixias! 

Daniel Costa





sexta-feira, 12 de setembro de 2014

POEMA CHUVA NO NORDESTE


 
CHUVA NO NORDESTE 

 Senti temporais no oeste
Fúria de elementos!
Chuva no Nordeste
Sempre os epicentros!
Chuva no agreste
Preconizará adventos?
Bafejo celeste,
Determinaram os ventos
Os ventos do leste
Se observam belos momentos
A dar poemas, de teste,
Talvez se misturem com lamentos
A graça nem sempre investe
Haverá quem sofra tormentos
Chuva no Nordeste
Variados fragmentos
Recriando um faroeste
Menos inumano, em movimentos,
Em sentido pedestre!
Outros provimentos
Chuva no Nordeste
Hoje também de bons momentos!
Chuva no Nordeste,
De poesia de criam intentos!

Daniel Costa


 
 

terça-feira, 9 de setembro de 2014

POEMA FLOR DE BRANCURA





FLOR DE BRANCURA

No reino da alvura
Um anjo tocava bandolim
Flor de brancura,
Muitas flores de jasmim
Em arbusto de verdura,
Verde cobreado, era assim!
Silhueta de mulher madura,
De ternura, de bom fim,
Flor de brancura,
Loucura para mim!
Bonitas mãos de textura,
Atributos sem fim!
Atração de loucura
Anjo benjamim,
Apontado; frescura,
De dia, de noite farolim!
Lua cheia, lisura
Zunir de zeppelin
Flor de brancura,
Flor de arbusto de Jasmim! 

Daniel Costa


sábado, 6 de setembro de 2014

POEMA OUTONO NA PRAÇA


 
 
OUTONO NA PRAÇA

Nada de chalaça
A natureza ao abandono
Outono na Praça
Setembro átono
Eu atrás da vidraça
Noto o mundo ao abandono,
Atmosfera baça
Praça com seu patrono
De repente uma loiraça!
Aparecerá o trono!
 Uma ave esvoaça,
Tudo prenuncia o Outono
O trono; se traça
O vento em jeito de colono
Abana feito negaça,
Árvores fustigam ao abandono
Juncam o chão de folhas como linhaça
Em jeito de graça e abono
Então se balança a loiraça
Vestida com quimono
Nas folhas se entrelaça,
Em manto diáfano,
Florescente graça,
Olho da varanda; finjo de dono!
Outono na Praça!

Daniel Costa
 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

POEMA A TRANQUILIDADE SE OFERECEU





A TRANQUILIDADE SE OFERECEU

A onda pressentiu e aconteceu
Mudara o teor da afabilidade,
A tranquilidade se ofereceu
O que já parecia ingenuidade,
O mundo íntegro, não gemeu
Fez uso de sagacidade,
Pois, se estava em ritmo de ateu,
Em procura da verdade,
Pedra de toque, teor que se perdeu
Ia ruindo a afabilidade.
A flor parecia em mausoléu!
Soltou de todo, a irritabilidade,
A tranquilidade se ofereceu
Houve a esperada oportunidade
Que de forma inesperada apareceu,
Parecia mera casualidade
Ato de acaso que nasceu!
Escamotear honorabilidade
Certa indignidade prevaleceu,
Prevaleceu com sabor a deslealdade.
A tranquilidade se ofereceu
Num astro de musicalidade!
A tranquilidade se ofereceu! 

Daniel Costa