A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

domingo, 31 de outubro de 2010

POEMA ATELIER DA LITA



O ATELIER DA LITA

A artista lá no seu atelier
Na tranquilidade do seu refúgio
Inspira-se e pincela quando quer
Tranquilamente
Domina muitas artes essa mulher
Vejam! Até fez experiências de cantora!
Não se saiu mal
Porém ficou como amadora
A sua sensibilidade fascina
Eis a Lita, uma senhora
Em visão de pormenores fotográficos
Tornei-me há muito admirador da doutora
Era a Valenita, Val Du,
Hoje a Lita pintora
Do Atelier da Lita
Sai trabalho sedutor
A sedução que ela, pessoalmente, traduz
Com muita tranquilidade no seu fervor
Ah e a escrita? Na sua expressão
As histórias da Lita são um amor
Não se lhe nota um pendor poético escrito
A arte, a poesia pode estar em tudo o que observamos
Fica dito
Sentir a amizade da Lita
Imaginar como trabalha no deu Atelier
Será receber estímulos
Da tranquilidade dessa fascinante mulher
Mulher de todas as artes
Que cultiva quando e como lhe aprouver
Imagino-a tímida, como quando me apareceu
Porém, terá sido por interferência de um anjo bom
Que essa amizade me aconteceu
Gostaria de ser como uma sua tela
Para não ser um simples plebeu
Mas, lá no Atelier da Lita, a bela pintora é ela

Daniel Costa

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

POEMA O FADO MORA AO LADO




O FADO MORA AO LADO

O fado mora em Lisboa
No dia do aposentado
Não andou por este lado à toa
Cantou o fadista Augusto Ramos
Acompanhado com o trinar
Das guitarras de mais dois artistas, dois humanos
O fado morou ao lado
No salão dos paroquianos
Sempre o fado ecoa por toda a Lisboa
Terá sido no bairro de Alfama que nasceu
Onde o fado ainda mora como coisa boa
Benfica era ainda fora de portas
Porém o fado era cantado
À desgarrada nas hortas
O fado, a canção de Lisboa
Em Benfica ficou, nem sempre a horas mortas
Como o foi antigamente
Quando em Benfica a fidalguia
Se juntava à ralé
Todos cantavam o fado
Em conjunto trinavam e cantavam como é
Oh fado! Nunca morrerás
Tu que nascente na pureza
Donde da velha Lisboa te chamam sempre acorres
Não foi à toa
O fado morou ao lado
Em Benfica, um bairro da sua Lisboa

Daniel Costa


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

POEMA MARIA SOCORRO


MARIA SOCORRO

Conheci uma mulher aqui
Uma poetisa, mulher de gosto
Do distrito do Piauì
Poetisa Nordestina
Da famosa região do Brasil
Cuja cultura, diria folclórica, fascina
No Município de Marcolândia
Maria Socorro, ministra e ensina
Nesse mundo agreste
Onde ministrar instrução a anima
Nos tempos livres
O seu pendor poético domina
Maria Socorro, com a sua amizade
Com e a sua poesia também me fascina
Uma pequena forma de intercâmbio
Fraternal entre dois países irmãos
Entre outro preâmbulo
De fraterna amizade damos as mãos
Do longínquo Piauí
Maria Socorro
Dá exemplos poéticos a chegar aqui
Aqui a Lisboa
Onde entre a muita deslealdade
Esta tem e acolhe gente pura e boa
Como a Maria Socorro
Que bela poesia escreve e aqui ecoa!

Daniel Costa