A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

sexta-feira, 10 de março de 2017

POEMA ESPANTANDO PARDAIS

Foto de Daniel Cordeiro Costa.

ESPANTANDO PARDAIS

Gritando madrigais:
- “Oh pardalada foge do trigo,
Vai para a cevada,
Olha que aqui já há nada”!...
Espantando pardais
Desde o sol da alvorada
Foi assim, devia estar em anais!
Esta canção da dança da passarada,
Gritada no pressuposto de espantar pardais…
Os pardais telhados, em revoada,
Nos extensos trigais,
Onde o poeta, militou numa jornada,
Declamando poemas, da infância, dos ancestrais
Criando também os seus, mais nada,
Os seus poemas naif, naturais,
  Santo dia… Na jornada,
Espantando pardais
Rouquidão a gritar…
-“Oh pardalada foge do trigo,
Vai para a cevada,
Olha que aqui já há nada”!...


Daniel Costa

3 comentários:

Célia Rangel disse...

Os pardais são mesmo destruidores de plantações... Você interpretou muito bem em seus versos. Ótimo!
Abraço.

Maria Rodrigues disse...

Que poema lindo
Beijinhos
Maria

Carmen Lúcia.Prazer de Escrever disse...

Lindo poema e palavras sobre os pardais Daniel!
Bjs e um ótimo final de semana.
Carmen Lúcia.