A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Poema





ANJO DO AMOR



Rogai por mim pobre pecador
Mais por aquela a quem amo
Grande Anjo do amor
O Santo é tentado sete vezes dia
Talvez um exagero
Pedia apenas uma Ave-Maria
Meu Anjo do Amor - gosto tanto dela
Transporta-me nas tuas as asas
Tal como à antiga, adoraria vê-la na janela
Que tenha mente livre, o que interessa
Que mulher bela aquela
Livre risonha, como que esvoaça
Que sempre sonha
Sorri com graça a quem passa
Ás vezes contempla a mim
Como uma chalaça
Bálsamo sem fim
No redor fica um caloroso amor
Um estado de graça enfim!
Anjo do Amor protege
O amor protege ambos em mim
Encontras merecimentos
Não é assim?

Daniel Costa




terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Poema






ANDRESA

“quem não viu Lisboa
Não viu coisa boa”
Os alfacinhas citam o ditado
Receber bem
Fazem-no com agrado
A poetisa Andresa
Do Brasil veio e viu parte do passado
Num dos seus bonitos poemas
Retrata parte deste país amado
Andresa é uma senhora
Mulher esbelta, pendor multifacetado
Mora no Brasil, junto a São Paulo
Várzea Paulista do seu País amado
A cidade industrial
Daquele estado
Do seu mundo laboral
Andresa, traços naturais de beleza
Não mostra a característica calorosa
Da mulher do sul, mais parece a da portuguesa
Apresenta-se leal, sabe ser como é
Sabe o quer
Andresa é mulher de fé
Sensibilidade de beleza
Imaginação, arte de apresentar
Fazem gostar da mulher de bela destreza
Adora-se a sua poética mestria
Reparem como é bela e esbelta a Andresa
Belos seus sonhos de poesia

Daniel Costa



sábado, 16 de janeiro de 2010

Poema









MADALENA

Assaltou-me a nostalgia e a solidão
Que fazer não sabia
Desejava, fui até ao Rio então
Vi a cidade maravilhosa, o Rio de Janeiro
Em dia de Santa Maria
Antes do S. Brás a três, era dois de Fevereiro
Deambulava por aquela metrópole
No Rio, Rio de Janeiro
Quando encontrei Madalena
Achei-a bonita, atraente elegante
Não foi fácil meter papo com a Lena
Recordei então a minha mãe
De Lena e Madalena
Sempre risonha, tinha os nomes também
Consegui meter conversa com ela
Uma mulher sensual romântica afinal
Capaz de se insinuar a homem normal, foi singela
Da sua conversa de que não abstraiu sofrimentos
Resultou numa amiga de mente muito bela
Naquele dia foi cicerone que me acompanhou
Ofereci-lhe uma flor
Um gladíolo que beijou
Quando não se é mal intencionado
O diálogo mantém-se
Nele pode participar até o namorado
Os amigos floresceram
Foi agradável a Oliver mais o amado
Oliver, mulher mãe e avó, a Madalena
Uma mulher bonita
Uma avó bela da era moderna


Daniel Costa