A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

POEMA SUBTERRÂNEOS DE LlSBOA


O arco, que se pode ver à direita na foto,
sobre a estrada, figura no Guinesse,
como o maior arco ogival do mundo.

SUBTERRÂNEOS DE LISBOA

São famosas as subterrâneas catacumbas dos romanos
Os labirintos onde celebravam os seus rituais
Para se escapulirem aos seus perseguidores humanos
Primitivos cristãos, donde se veio a irradiar a fé
Para o mundo durante muitos anos
Em várias grandes cidades de Europa
Como em Lisboa há mundos subterrâneos
É de crer que devido ao estuário do famoso rio Tejo
Lisboa foi habitada por bastantes povos, até muçulmanos
Foram sempre dominadores muitos desses povos
Todos deixaram vestígios na noite da história de infinitos anos
De todos os que deixaram marcas e vestígios
Distinguem-se muito os dos romanos
Pelas suas construções termais
Como a interessante da Rua da Prata
Tapada por um alçapão, tem apenas visitas anuais
Existem na cidade outros subterrâneos
Destacam-se os da velha Lisboa
Há um monumental como obra, executada por Lusitanos
Riscou Manuel da Maia, o Aqueduto das Águas Livres
Conta com o maior arco ogival do mundo, produzido por de seres humanos
Pode ver-se no Vale de Alcântara
Cinquenta e oito quilómetros entre os quais há subterrâneos
Que transportaram um caudal de água a Lisboa
Hoje apenas serve para visitas
Como ícone da cidade, uma coisa algo de bela e boa

Daniel Costa


sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

POEMA RICARDO



O JUDOCA RICARDO

Com apenas sete anos
Arrecadou o campeonato de judo
Nada, não há enganos
Foi feito do Ricardo na cidade de Foz do Iguaçú
Na sua idade, de tenros anos
Foi orgulho da avó e dos pais
Felizes seres humanos
A avó Zully exultou como os demais
Entre palavras de incentivo vieram mimos e amos
Vencendo a competição
Que se terá iniciado com inúmeros planos
O Ricardo ganhou, muito novo
Decerto ganhou estímulo para mais feitos humanos
Assim como os familiares e pais ficaram prontos
Ficaram prontos para desaires, para desenganos
O desporto é assim, pode ser preparação para a vida
Em escola onde são preparados por veteranos
Uma bonita vida se inicia bem vivida
Na sua cidade de Foz do Iguaçú
A norte do Brasil, onde a fronteira
Com o Paraguai, tem beleza de morrer dirás tu
Ricardo vencedor
Foi junto a essa beleza que mostraste destreza
Foste um feliz e bom ganhador
Entraste nos anais
Da competição como vencedor
Parabéns Ricardo, Daniella, Marcelo e avó, a bonita zully
Que sejam felizes com a descendência dum jovem com pundonor
Possam recordar
Sempre o feito dum descendente amor

Daniel Costa

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

POEMA MORAR EM LISBOA


MORAR EM LISBOA

Na ilusão de uma vida boa
Procurado a cidade do velho fado
Vim morar em Lisboa
O pensamento vagueia pelo mundo inteiro
Não será à toa
O amor é muito brasileiro
Amor platónico enfim
Nas minhas vivências
Na mental irrequietude não será ruim
No deambular pelo mundo
Tenho aprendido que o amor é assim
Desde cedo mentalmente viajei pelo Brasil
 Procurando o deus do bom fim
Procurei por toda a parte
Fui à cidade maravilhosa
À fronteira norte, onde vi como é linda a natureza
Passei pelo sertão onde tudo me pareceu espinhosa rosa
Fiquei fascinado com o folclore nordestino
Nas praias do Maranhão vi a mulher dengosa
Sensual, deixando uma sugestão
Entrei numa aventura airosa
Não passou disso então
Sempre pela beira-mar desci
Acabei o périplo no Rio de Janeiro onde tomei o balão
Tudo terá nascido do sonho
Do feliz mundo da ilusão
Afinal tudo foi sonho, não à toa
Convivo feliz com a nostalgia do fado
Algo se cumpriu, moro em Lisboa

Daniel Costa