terça-feira, 30 de junho de 2015

POEMA PÔR-DO-SOL NA PRAIA DO JACARÉ


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PÔR-DO-SOL NA PRAIA DO JACARÉ

Para além do Equador, genarié? *
Em Cabedelo, foz do rio Paraíba
Pôr-do-sol na Praia do Jacaré
Lindo como ilha Caraíba
Oh monsenhor de Poincaré!
Visão de outro mundo, Japuíba
Embalados no fluxo da maré
Imaginemos o morro Itaíba,
Ou o poderoso deus de Avaré
Férteis margens, a recordar Guaíba
Pôr-do-sol na Praia do Jacaré
O toque do bolero, memória descritiva!
Jurandy do sax, que memorável é!
Adorável esplendor visual de mangaíba
Crepúsculo e som de sax olaré!
Tudo a fazer imaginar formosa diva,
Pôr-do-sol na Praia do Jacaré!

Daniel Costa

·         Angolano Quioco = como te chamas?

 

sábado, 27 de junho de 2015

POEMA CABO BRANCO



 
CABO BRANCO

Mar límpido e franco
Novo mundo - Quedo
Cabo Branco
Ponta do Seixas; dedo,
Das Américas flanco,
Flutuando sem segredo
A constituir avanço
Contendo verde arvoredo
Parte mais oriental balanço,
Para o sol nascer mais cedo
Ali na orla, naquele lanço
Atraente folguedo
Da arquitectura habilitanço
A chegar ao mudo, ledo
Espaçoso e eterno balanço
Rapidez de torpedo
Cabo Branco
Modernidade e não bruxedo
Cabo Branco!

Daniel Costa

segunda-feira, 22 de junho de 2015

POEMA ELEGANTE EDILENE


 
ELEGANTE EDILENE

Viajei à cidade de Abilene
Hemisfério sul, além do Equador
Deparou-se a elegante Edilene
Fascínio assaz insinuador
O coração arrebatou-se solene
Valeu o núcleo apresentador,
Soando em jeito de sirene
O fascínio ficou louvador
Que ninguém se apaixone!
A hora soará, com terno bajulador
Elegante e sensual Edilene
Gaiata de espírito avassalador
Deusas a protejam, e um deus lhe acene
Nas festas Juninas, paraíso cinzelador,
Campina Grande, atraente ademane,
Encontre ali o seu mundo arrebatador,
No arraial rodopie, vibre e o ajardine,
A maior festa Junina, do mundo cintilador
Já que terá nascido perto, vibre e assine
Beldade de glamour - Perpetuador 
Elegante Edilene!

Daniel Costa

sexta-feira, 19 de junho de 2015

POEMA ELOAH E VERINHA



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ELOAH E VERINHA  

Ambas na linha,
Na minha Lisboa
 Eloah e Verinha
Onde se pode ver a canoa
Mulheres bonitas; fui testemunha
Privilégio - Oh… Coisa boa!
Duas flores, mãezinha!
Margem de lagoa
Poesia e café - Festinha
Confraternização se apregoa
Dois mundos; ideia rainha
A poesia não destoa
A felicidade foi minha
Prosa, outro continente ecoa!
Salvé – Rainha!
Cultura pertinente soa
Doçura se encaminha
O encontro não foi à toa
Sensualidade numa paradinha
Amizade de irmãos em Lisboa,
Café Brasileira do Chiado, fadinha
O fado sorri e ressoa! 


Daniel Costa

 

terça-feira, 16 de junho de 2015

POEMA LENDA DE TAMBAÚ



 
LENDA DE TAMBAÚ 

Sonho de baú
Donde sai lenda,
Lenda de Tambaú,
Onde o mar é prebenda
Doma-se como zulú
Mar a espraiar-se como renda
Na praia de fina areia – Sarau!
Sítio de Tambaú na agenda
Por certo ali aportou alguma nau,
Na era cabralina, como legenda,
 Um franciscano de berimbau
Determinou a lenda da fenda,
Lavrada até ao centro com um calhau
Ali de religiosidade oferenda
Ficaria a reinar Santo António, feito Jau
S. Francisco de Assis ficou na senda
Foi ele que a registou em Tambaú,
A lenda da memória, é comenda,
Lenda de Tambaú
História ou legenda!

Daniel Costa

 
 

sábado, 13 de junho de 2015

POEMA TERNURA ATLÂNTICA



TERNURA ATLÂNTICA  

Filosofia quântica
Deus que ternura!
Ternura Atlântica
Maresia de iluminura
Ardor de romântica
Amor de finura
Louvor que encanta
Vida de doçura
Majestade altruística
Encanto de armadura
Deusa céltica
Rainha de candura
 Deixando-me cismático
Onda de abertura
Mente cromática
Poeta com fibra de textura
Mental dialética
Mulher sem beliscadura
Aventura profética
Sonho de envergadura
Convergência empática
Elevada estatura,
Ternura Atlântica!

Daniel Costa

 

quarta-feira, 10 de junho de 2015

POEMA CELEBRAÇÃO DA VIDA


 
CELEBRAÇÃO DA VIDA  

O amor convida
Êxtase de antemão
Celebração da vida
Intenso volumão
Plenitude ávida
Fogoso pulmão
Faustosa guarida
Sala de reunião
Afeição devida
Ecoe o sermão
Brilho de crisálida
Sorriso de orientação
Ótimismo na batida,
Na batida do coração
Celebração da vida
Vivê-la com comoção,
Felicidade desmedida
Eterna evocação
Celebração da vida!

Daniel Costa

 

sábado, 6 de junho de 2015

POEMA MARÉ ALTA



MARÉ ALTA

Além na ribalta
Está a boa mesa
Maré Alta,
Restaurante de certeza
 Quem vai, volta
Olha com gula a sobremesa
Ali tudo resulta
 Plebeu e marquesa
Decreta o Gil no delta,
Comanda a cada volta
Yamaguchy; forma esbelta
Grupo - Pedra turquesa
Manaíra se aperalta,
Espreita na redondeza
Maresia envolta
Festa de nobreza
Elegância, sorriso à solta
Simpatia e franqueza
Maré Alta:
 - Singeleza!

Daniel Costa



quarta-feira, 3 de junho de 2015

POEMA ANIVERSÁRIO E HOMENAGEM




ANIVERSÁRIO E HOMENAGEM 

Sonho de romagem
Parecerão saudades
Aniversário e homenagem
Parecendo afinidades
Aniversário sem maquilhagem
Acontece em todas as anuidades
 A quatro de Julho, jardinagem
Florescem louvores e verdades
Virtudes a gerar aprendizagem
Mulher de recursos e personalidades
Aniversaria Severa, fina aragem,
Coração fértil de alacridades
Aniversário e homenagem
Porque passa e deixa saudades
Neste mundo de clivagem,
Mundo de ambiguidades
Destituído do apreço de vassalagem,
 À capacidade de se munir de verdades,
Desafios alimenta com coragem,
Sonhos, festa de assiduidades
Aniversário e homenagem
Flores, luz e fraternidades!

Daniel Costa