A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

domingo, 15 de novembro de 2015

POEMA CASA DA MALTA


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CASA DA MALTA
 
Ao Domingo peralta,
Longe do palheiro
Casa da malta,
Parecendo galinheiro,
De contra-revolta
Fação de telheiro
Cheiro a coima, a multa,
De nababos capacheiro
Com certa neblina envolta
Se come, precisa ser cozinheiro
Com intempéries, não se revolta
Jamais adrega mealheiro
Na casa da malta, a mente salta
A caneta, dispensa tinteiro
O filho do nababo revolta
De impropérios archeiro
Sentindo-se na ribalta
Menino galhofeiro
Representa contravolta,
De fortunas, reposteiro
Casa da malta.
 
Daniel Costa

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

POEMA UMA DESCOBERTA


 
UMA DESCOBERTA 
 
Mundo de janela aberta,
No século passado invenção
Uma descoberta
Façamos de tudo doce canção
De tudo, amor e oferta,
  Tudo em estado de unção
Seja tudo como comporta,
Se abra a qualquer boa intenção,
Como a verdura da horta,
Que o mundo progrida em união!
Acenando em navio, na coberta
Criando grande prevenção
Prevenção sempre aberta,
A nova intervenção
Diariamente o mundo nos alerta
Dos astros há conjugação
A… Há sempre, pela certa!
Estejamos atentos à distinção
Uma descoberta,
Uma invenção.
 
Daniel Costa
 

sábado, 7 de novembro de 2015

POEMA QUEDA POÉTICA


 
 QUEDA POÉTICA
 
Pareceu profética
Talvez premonição
Queda poética
Domingo de ocasião
Choque de energética
A mula em pleno Verão
Exagerou na ótica
Deitou o poeta ao chão
No empedrado, na prática
Parecia cognição
Longe o sonho da informática
Deu-se a acumulação
Gente, a poesia, os livrou tácita
Rápida saída, alocução!
Havia uma mística,
Pretendida de afeição
Deu saída pragmática
Baixinho poeta e canção
Então de mansinho, tática
A mula transportou ao rincão
A gente olhou estática
O homem viraria edição
Queda poética.
Daniel Costa