A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

sábado, 14 de fevereiro de 2015

POEMA, SOL A CAPA DOS POBRES





SOL, A CAPA DOS POBRES 

Como poeta muito encobres
Evocando a tua história
Sol, a capa dos pobres
O dito, ficou na memória,
Encorajamento, de nobres
De boas intenções – Protetoria
Calas, pensas e descobres
Não teres promissória
Com querer, eleges teus timbres
Conduta de salutar mestria
De futuro, alfobres
 Vigor de amor e caloria
Olhando o passado, com vislumbres
De labutas, em caminhos de regedoria,
 Sabedoria de palácios, não de casebres
Sol, a capa dos pobres
Outro agasalho, seria luxo de febres!

Daniel Costa

"https://www.youtube.com/embed/GdMzIovAuBg"

 
 

5 comentários:

José María Souza Costa disse...

Olá, Daniel

Passei para lhe desejar, um dia de domingo agradável, e um tempo de Carnaval extraordinário.
Um abraço.

São disse...

Cada vez mais, os pobres não têm nem abrigo nem apoio.Se não for o Sol...

Bom resto de domingo, Daniel

Felisberto N. Junior disse...

Olá, Boa tarde, Daniel
infelizmente, é assim que está para muitos, uma mistura de falta de água, calor , falta de lar e muito sol como abrigo, e uma pobreza gigantesca e os problemas longe de serem resolvidos...
Respondi lá: "Problemas originados pela Segunda Grande Guerra, podem explicar muita coisa, que até nem fazia sentido, mas atualmente, como se explica haver?"- determinado termo foi utilizado na Segunda Guerra e serviu, para meu texto, como um registro de uma "possível" origem para tal, mas isso, conforme acrescentei abaixo, não foi o motivo e nem será , para o meu detestar. Eu simplesmente acredito que há de se ter respeito em qualquer relação e se inicia quando tomamos o cuidado de Não chamar/tratar pessoas diferentes de forma igual. Se alguns gostam , eu detesto!
Agradeço pela visita, belos dias, abraços!

Dorli disse...

Oi Daniel,
Até o sol não está dando trégua aos pobres, pelo ao menos por aqui.
Já estamos caminhando para uma recessão.
Obrigada pelo carinho
Faz mais de 2 horas que estou tentando mudar a capa do blog, só agora consegui.
Beijos
Lua Singular

Graça Pires disse...

Um poema de grande sensibilidade social. Há muita gente a morrer de frio e custa a acreditar nisso. Que venha o sol para aquecer o corpo e a alma de quem precisa!
Um beijo.