A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

quarta-feira, 30 de julho de 2014

POEMA BRANCO E NEGRO



Até há cerca de cinquenta, era no prédio vermelho, à esquerda que existia o Café Lisboa, que deu origem ao título do meu primeiro livro: LISBOA CAFÉ. Em frente, na embocadura, o Parque Mayer, tudo de grandes tradições, onde funcionavam vários teatros de Revista à Portuguesa, onde atuaram bastante artistas brasileiros, por temporadas,
Comecei a trabalhar na Ginjinha Avenida, no mesmo prédio de Café Lisboa. A razão do título.


BRANCO E NEGRO   
Posso dizer íntegro
Do meu livro “Lisboa Café”
Branco o Negro,
Capítulo a tanger como oboé
O futuro escritor integro,
Recordo; em epígrafe!
Da recordação me alegro!
Trilhava o caminho da contrafé
Branco e Negro,
Editora de boa-fé,
À decoração, a taça ainda; ergo!
Lisboa Café…
Lisboa Café…
Lisboa Café!...
Belas – Nuances - Enxergo!
Quantas de má-fé?
Branco e Negro!
Lisboa Café!
Ao trocadilho, me vergo,
De Café Lisboa, pois é!
Branco e Negro!
Acorram em procura da história que encerra o livro Lisboa Café!
Vale senhores Montenegro? 

Daniel Costa


 

6 comentários:

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

Este livro eu já li faz tempo. Adorei o poema.
Bjs,
Renata

Célia Rangel disse...

Um café... um bom livro... e um(a) amigo (a)nada mais é necessário! ótimas as suas escolhas.
Abraços.

Rosemildo Sales Furtado disse...

Olá Daniel! Passando para agradecer pela tua honrosa visita e amável comentário, assim como me deliciar com a leitura de mais um dos teus belos poemas.

Abraços,

Furtado.

Dorli disse...

Oi Daniel

Que saudades da Severa, onde a encontrar??
Uma poesia, como sempre, maravilhosa.
Beijo no coração
Lua Singular

Marta Vinhais disse...

Um café e um livro...
Uma boa companhia...
Obrigada pela visita
Beijos e abraços
Marta

Bell disse...

Faz tempo que não tenho noticias da Severa.