domingo, 6 de março de 2016

POEMA NÓMADA FLUENTE DIGITAL



NÓMADA FLUENTE DIGITAL
 
Imaginemos um edital
Édito anormal e nómada,
Nómada fluente, digital
Pronto a atender a chamada
Ainda que seja zenital,
Da terna e eterna amada,
Do novo mundo interdigital,
A configurar alvorada
Elipse estrutural e orbital
Da celeste abóbada
Em galáxia intercontinental
Agridoce, amendoada
Rastos de luz e cristal
Cariz de musical balada
Nómada fluente digital!
Sopro, evidente baforada,
Cerimonial em forma dialectal,
Forma assaz brejeirada
Postura pura e vertical
Diligente caminhada,
Nómada fluente digital.
 
Daniel Costa
 
 

8 comentários:

Blog da Gigi disse...

Abençoado domingo!!!!!!!!!! Beijos

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

Poema seu muito distinto de todos, mas igualmente ótimo. Amei.
Beijo*

Carmen Lúcia.Prazer de Escrever disse...

Com a foto da Severa o poema ficou divino!
Bjs amigo Daniel e uma ótima semana.
Carmen Lúcia.

MARILENE disse...

Havia lido seu belo poema no face. Todos eles são ricos. Abraço.

lua singular disse...

Daniel
Logo receberá um presente meu
Aguarde
Lua Singular
Dê um abraço na Severa.

Pedro Luso disse...

Daniel,
Lembro-me de cliente meu, que se dizia apaixonado por uma mulher, que a via apenas em sonhos, e que quando dele se despedia deixava um rastro de luz, que se multiplicava entre copos e vasos de cristais.
Um abraço.

Blog da Gigi disse...

Ótima semana!!!! beijos

Rosemildo Sales Furtado disse...

Olá Daniel! Lindo poema! Belíssima homenagem a nossa querida amiga Severa. Parabéns!

Abraços,

Furtado.